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19 outubro, 2018

Resenha "3:20" , de J. Wilson


            O romance 3:20 é o livro de estreia do capixaba Jorge Wilson, pela editora Publit, que nos apresenta uma narrativa envolvente, ágil e com inúmeras reviravoltas. Confesso, quando o autor me apresentou a obra vieram inúmeras possíveis teorias da narrativa de Wilson, e o autor só me disse que o título teria relação com o tempo de duração da leitura. Confesso também, li em menos de 1 hora. 

            Como já adiantamos, é interessante notar que a obra tem uma titulação misteriosa, que por vezes, aparece durante a trajetória dos personagens do livro, nos pregando peças. O livro narra a aventura de Augusto, um advogado bem sucedido, homem de família, pai do jovem Eduardo, casado com a elegante Érica, que numa viagem de negócios acaba conhecendo, por coincidência do destino ou não, o jovem Betinho.

                                                          ( Divulgação do autor) 

            Betinho, que por sinal, é um jovem bonito, sarado, com bom gosto musical, que não se prende muito aos lugares, como uma espécie de hippie, que toca nas noites em troca de uma grana extra. Tudo se inicia quando Augusto, por gentileza e sem intenções, dá uma carona para o músico até Porto Seguro. A maneira que o personagem é descrito em alguns trechos também nos deixa apaixonado pelo personagem e sua maneira de enxergar o mundo.  

            Enfim, não posso falar mais da história, pois posso soltar alguns “spoilers” sem querer, e isso com certeza não seria legal. Falando em Porto Seguro, a narrativa faz uma linha geográfica esteticamente linda. O personagem principal e sua família são de Vitória, aqui no Espírito Santo, mas uma boa parte da narrativa acontece na Bahia, no qual J. Wilson desenha muito bem lugares que nós, como leitores, fiquemos com muita vontade de conhecer. Como disse, temos trechos em Arraial da D´ajuda, na praia de Mucugê, na Passarela do Álcool, e também em Troncoso, só lugares paradisíacos da calorosa Bahia, que enfeitam esse romance misterioso.


            Outro ponto interessante de se notar é que a narrativa é ágil, o autor consegue nos embalar pelas viradas que a história entrega e nem percebemos que o livro tem 9 capítulos, que nos apresentam ritmos diferentes. Confesso, que com certeza o último capítulo é o mais genial, pois quebra com a expectativa que temos quanto a obra, além disso o final da obra é aberto, que nos dá margem para inúmeras possibilidades de continuação. Ou seja, Jorge Wilson, queremos a segunda edição do 3:20 ( eu já disse isso, rs).

       

            A obra até agora não saiu de mim, ela me enfeitiçou de uma maneira única, talvez pela tema abordado ser tão peculiar. Eu diria que a obra de Jorge Wilson é um “romance gay” e que acho genial ler algo dessa modalidade de um escritor capixaba. Porém, acho que rotulá-lo não seria tão eficaz, mas sigo dizendo que a obra é excelente, possui personagens ( apesar de poucos) apaixonantes e os cenários são maravilhosos.

           Vocês podem conhecer sobre o autor/ obra nesse site AQUI e também comprar AQUI.

29 agosto, 2018

Os meus 3 anos no Entrelinhas & Afins


Olá, queridos eleanáticos. Tudo bom com vocês? Comigo tá tudo ótimo. Estou sumido aqui do blog desde o mês passado devido a alguns compromissos e, principalmente, devido ao retorno às aulas. Muita correria e muita leitura, mas arrumei esse tempinho especial para falar aqui com vocês do Entrelinhas & Afins, afinal, nesse mês de agosto, o blog fez seu aniversário de 5 anos. Nesse post, vou falar um pouco sobre a minha experiência aqui no ELEA, que já tem quase 3 anos. É isso mesmo! Fiz questão de checar certinho e em outubro completo 3 anos como membro da equipe desse blog tão fantástico e do qual tenho um orgulho enorme de participar.



Resolvi começar esse texto lembrando a minha jornada aqui no Entrelinhas & Afins. Mas antes disso preciso explicar como conheci o blog. Desde 2012, escrevo para a Internet em um formato que conhecemos como webnovelas, que são histórias escritas, geralmente em roteiro, como se fossem novelas da TV. A diferença é que não há vídeo nem atores. É apenas postado o texto, o script, como alguns preferem chamar. Em 2014, eu, ao lado do meu amigo virtual João Carvalho, fiz parte da direção de uma rede especializada em webnovelas e webséries. E um dos nossos autores era o Ronald Onhas, um dos criadores do ELEA. Fiquei muito amigo de Ronald, em pouco tempo, e logo depois conheci Nathália também. Inclusive, em 2016, tive a honra de colaborar numa webnovela escrita pelos dois, chamada A Rosa e o Beija Flor, que, aliás, era ótima.

Mas falando da minha experiência no ELEA, tudo começou na segunda temporada do reality O Roteirista, em 2015. Eu e outros quatro participantes concorremos com provas bem interessantes, como resenhas de livros e filmes, crítica de uma websérie, etc. Foi praticamente um mês de competição e eu cheguei à final, após ter vencido 4 das 5 provas anteriores. Na grande final, acabei ganhando o prêmio, que era de ter uma coluna no blog. A revelação da minha vitória foi nesse post AQUI. Foi aí que surgiu o quadro Resenhas do Abou, que existe até hoje.



A minha primeira resenha foi do livro ''A confissão da Leoa'', do moçambicano que eu adoro, Mia Couto. Vocês, queridos leitores, estão lembrados dela? Foi em novembro de 2016. Vocês poderão reler e revisitá-la AQUI. Lembro que fiquei bem inseguro em relação a essa minha primeira resenha como colunista do blog. Não era a primeira resenha que eu fazia, até porque fiz resenhas no reality, mas essa foi pra valer. Aí sempre é diferente. Depois dessa, vieram muitas outras, de livros e de filmes. Falei de Capitães da Areia, O menino do pijama listrado, Lucíola e muito mais. Em agosto de 2016, encerrei a segunda temporada do quadro e a minha participação como colunista do blog. Devido a outros compromissos, acabei saindo do blog, com um texto fechando esse período de um pouco menos de 1 ano.

Em junho do ano passado, recebi um convite mais que especial e irrecusável dos meus amigos Ronald e Nath, que foi para integrar a equipe do blog de forma fixa, ou seja, ser um dos blogueiros, podendo postar sobre diferentes temáticas também. Foi um convite muito especial mesmo. Fiquei extremamente honrado e feliz com ele e, obviamente, aceitei. Iniciei também a temporada 2017 do Resenhas do Abou, só com livros. Como foi meu ano de vestibular, não cheguei a fazer tantas postagens, mas sempre buscava arrumar um tempinho para escrever para o blog, com diferentes temas, desde contos de Guimarães Rosa até uma resenha do livro Extraordinário, que eu amo de paixão.



Já em fevereiro deste ano, 2018, dei início a mais uma temporada do Resenhas, começando com O Ateneu, um clássico dos clássicos e explorando também livros pouco conhecidos, que eu acabei conhecendo graças à faculdade, como Por que a criança cozinha na polenta, cuja resenha foi postada mês passado.

Enfim, falar de Entrelinhas & Afins é falar de amizade, de parceria. Essa amizade minha com Ronald que dura já 4 anos e a com a Nath que dura uns 2, 3 anos. Gostaria também de agradecer mais uma vez aos dois e aos outros antigos integrantes do blog, pois todos sempre me acolheram tão bem aqui. É uma honra participar dessa equipe tão especial! E que venham mais 5, 10, 20 anos de Entrelinhas & Afins!


20 agosto, 2018

5 anos de Entrelinhas e Afins


Gente, segunda passada (13/08) , foi aniversário de 5 anos do Entrelinhas e Afins, como vocês devem ter acompanhado em nossas redes sociais, a data é um marco literário em nossas vidas, por isso comemorada com muita euforia por nós. Não é à toa, que tiramos o mês de Agosto para comemorar o aniversário de nosso blog literário.


Com uma média de 500 posts, inúmeras entrevistas e matérias, acredito que plantamos muitas raízes literárias por aí. Numa estimativa de 5.000 seguidores, juntando redes sociais do blog com os nossos próprios perfis, computaliza um número maravilhoso, considerando o contexto literário capixaba, que muitas vezes sofre preconceito, por se tornar um campo elitizado.

  


No início éramos em cincos, com Lorraine, Loyane e Rênia; depois chegou Claudiele Ribeiro à equipe, e atualmente, a formação é comigo, Ronald Onhas; a Nathália Dias; amiga e também professora de Língua Portuguesa/Literatura e também Vitor Abou, nossa blogueiro exportado de Niterói, aqui para o Espírito Santo, que também é estudante de letras, na PUC.

Acredito, que identidade literária consolida o blog como um projeto literário inovador e diferenciado, visto que no Sul do estado, ainda não temos nenhum outro blog com temática literária ( pelo que sabemos). Dentro desse contexto o Entrelinhas e Afins se torna pioneiro, na arte de propagar literatura por meio de posts, matérias e entrevistas diversas na blogosfera, misturando um linguajar da internet, com a teoria literatura necessária – e aí que entra o DNA eleanático. Sempre buscamos muito o equilíbrio entre o erudito e o popular, o clássico e o moderno, acho que também essas características são impressões de nossos perfis literários, como professores e também amantes da Literatura.

 


Falando em matéria, um dos quadros de maiores sucessos sempre é o “Gente como a gente”, quadro de entrevistas com o objetivo de destacar e dar notoriedade a personalidades e pessoas de várias áreas culturais, afinal um dos principais objetivos do blog sempre foi valorizar a cultura capixaba em suas diversas formas e fomentar que tais práticas artísticas fossem realizadas no Espírito Santo. Falando nele em Setembro vem uma renca de entrevistas ilustres, fiquem ligados!


                                             



Olho para trás e o sentimento é de gratidão, pois no princípio a gente se revezava para criar pautas literárias, inventávamos contos e histórias fantásticas, atualmente nós ministramos oficinas literárias, participamos de debates e mesas-redondas com propostas literárias em instituições diversas. Não posso deixar de mencionar que, em 20017, nós, participamos do Programa “Simplesmente”, da minha divosa, Eluza Xavier e também recebemos uma homenagem pelo nosso trabalho com a literatura, do “Instituto Educacional João e Maria”, de   Rio Novo do Sul, no Sarau Literário realizado pela criativa e maravilhosa, Geise Pinheiro.

  Na verdade, estamos bem empolgados pela marca que alcançamos, apesar dos sonhos não imaginávamos que fossemos tão longe, ainda com pouco apoio no geral. Mas, agradeço de coração a todos os nossos leitores, mesmo aqueles que curtem e nem leem, aqueles que leem um parágrafo e já param, mas que não deixam de lembrar-se do nosso trabalho. Cada palavra de incentivo foi fortalecedora, muito obrigado amigos, família e companheiros literários.

 

Estamos realizados, esse final de semana teremos um ensaio fotográfico com o Raone Bandeira, de Castelo, no qual daremos continuação as comemorações das nossas bodas de madeira, rs. Além disso temos alguns projetos futuros planejados em sigilo, que ainda não podem ser divulgados. Com isso, o Entrelinhas e Afins carimba uma nova marca literária regional e se propõe a alcançar novos voos em níveis nacionais, se bobear até internacionais.  



 




Abraceijos!


22 julho, 2018

Resenhas do Abou: Por que a criança cozinha na polenta, de Aglaja Veteranyi


          Olá, queridos eleanáticos. Tudo bom com vocês? Já estava morrendo de saudades desse quadro tão querido, o Resenhas do Abou. Para a nossa resenha de hoje, escolhi um livro que li há pouco tempo para uma disciplina da minha faculdade (de Letras). Nunca tinha ouvido falar no nome dessa autora nem do livro. Mas pude conhecer muito mais sobre ela com ‘‘Por que a criança cozinha na polenta’’, uma obra surpreendente. Porém, infelizmente, o acesso a essa obra não é tão fácil. Ela possui venda em alguns sites online, apenas. Mas vale muito a pena!


 ‘‘Talvez nossos pais tenham nos vendido. Isso acontece na Romênia’’. (p. 89)

‘‘O tempo congela.’’ (p. 98)

Esses dois trechos fazem parte do livro de hoje, que traz uma realidade bem única, de uma menina romena de família circense que está refugiada em outro país. A história é bem cruel, já que ela e sua irmã mais velha são enviadas para um internato. Neste momento, os pais, em um lugar distante, se divorciam e, um tempo depois, a irmã da protagonista é levada para morar com um pai, com o qual possui uma relação, no mínimo, ‘‘estranha’’, já que é dito que ele chegou a quebrar uma das pernas da filha para que ela não ficasse com outro homem.

Mas, falando do internato, é nele que essa irmã conta para a protagonista a história na qual se cozinha a criança na polenta. Sim, é isso mesmo! A criança cozinha na polenta, não a polenta! Estranho? Talvez. Mas essas meninas levantam diversas hipóteses para tentar entender essa barbárie. E é exatamente essa questão que é o título da obra. Retomando a primeira frase que eu citei, eu mesmo tive essa dúvida, se aquele internato era uma farsa. Entretanto, parece que não era uma mentira não…

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Adaptação para o teatro pela Cia. Mugunzá (SP)

A infelicidade da protagonista, que também é a narradora, aumenta quando ela é separada da irmã, que passa a morar com o pai. Um tempo depois, ela volta para a mãe e as duas conseguem um novo emprego, numa espécie de boate, na qual a menina faz danças e participa de truques de mágica. Esse novo trabalho a deixa numa situação ainda maior de exposição.

Um aspecto que eu sempre destaco nas resenhas e hoje não poderia ser diferente é a linguagem. Apesar de ser um livro sobre infância, ele não é infanto-juvenil, pois a trama é bem pesada, como eu já disse. Mas a linguagem é de fácil entendimento, por ser uma narrativa infantil. Outra curiosidade é a diagramação. Os parágrafos não são ordenados da maneira tradicional. Essa é uma característica bem marcante e singular do livro de Aglaja Veteranyi.

Voltando ao título ‘‘Por que a criança cozinha na polenta’’, questionei-me bastante sobre ele. O que essa história tem a ver com a história da menina? O que seria ‘‘cozinhar na polenta’’? Será que é uma metáfora ou será que se cozinha, literalmente, uma criança junto da polenta, numa grande panela?

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Tais dúvidas me deixaram com uma pulga atrás da orelha e resolvi pesquisar sobre a autora e sua vida. Descobri que sua infância também foi viajando, já que os pais eram do circo. Eles saíram da Romênia, devido à ditadura. Até aí, tudo muito parecido com o livro, afinal, nele, há várias referências ao regime ditatorial. Diante dessas informações e das minhas impressões, ainda me pergunto: será que a narradora é a própria Aglaja Veteranyi?

19 julho, 2018

Férias = Leitura- de Sartre a Akapoeta.



@entrelinhas_eafins


Julho é aquele mês que, se você é professor-que é o meu caso, estudante ou tem sorte na vida, sabe que terá um respiro do trabalho para organizar sua vida e recarregar as baterias para chegar até o fim do ano com sucesso. Nada melhor, então, que aproveitar o tempo livre para fazer o que mais gosta. Eu embarquei em leituras muito boas que dividirei aqui com vocês.
Durante esta semana de férias, coloquei em dia algumas leituras que estavam há tempos na minha extensa fila de espera das leituras. Em conversas com amigos ou mesmo no trabalho, sempre anoto dicas sobre leituras, em alguns bate-papos, percebi que sabia muito pouco sobre filosofia. Sou formada em Letras, e é claro que para analisar textos literários tive que estudar filosofia, todavia meus estudos não foram tão profundos e, percebi que se me aprofundasse mais nesta questão, poderia analisar com mais intensidade a literatura que tanto amo.

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Resolvi começar minha saga de estudos pela filosofia por Sartre. Uma amiga, em uma conversa, disse a seguinte frase: “O homem está condenado a ser livre.”, ela nem tinha me dito que era de Sartre, contudo, fiquei curiosíssima e fui em busca de maiores informações sobre o autor. Não sabia por onde começar, fui pesquisando aqui e ali, e encontrei o livro SARTRE em 90 minutos, de Paul Strathern para começar.

@entrelinhas_eafins
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      Strathern dá um resumo de quem foi Sartre, o desenvolvimento da filosofia defendida por ele, o existencialismo, a relação com a escrita e alguns fatos relevantes sobre o autor. Traz também citações chaves, cronologia do autor e indicações de obras. Para conhecer, é uma excelente leitura; o livro é bem objetivo e com informações relevantes, mas deixa a ânsia de procurar por mais- foi isso que fiz e já procurei alguns títulos principais de Sartre para ler. Para quem quer se aventurar na filosofia, e não sabe por onde começar recomendo a leitura desta coleção de Paul Strathern, que traz diversos filósofos com uma proposta de leitura rápida e fácil, encontrei em pdf e baixei quase todos para meu kindle.

@entrelinhas_eafins
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Escolhi também para fazer parte das minhas leituras de férias um livro de poesias, amo poesia e o meu critério de escolha foi outra indicação de amigos: Ana Cristina Cesar. Sempre equilibro minhas leituras entre prosas e poesias, o título A teus pés, de Ana Cristina Cesar chamou minha atenção por vários motivos: Literatura feminina, características de sua escrita-coloquialidade e poesia marginal. Uma poeta que fez parte de conturbados momentos político brasileiro e com uma estética arrasadora.

@entrelinhas_eafins
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Seguindo minha linha de estudos filosóficos, Baumam também foi o escolhido para estrelar as leituras deste recesso. Em Identidade, Zygmunt Bauman permite que nós possamos refletir sobre os processos da formação da identidade no mundo contemporâneo. Filosofo que analisa o apreço pelo instantâneo em detrimento das questões sólidas, o futuro em incerteza e os conceitos de modernidade líquida. Ainda estou na metade, mas me deliciando com a leitura. Segue um trecho que me chamou atenção:
“Em nossa época líquido-moderna, o mundo em nossa volta está repartido em fragmentos mal coordenados, enquanto as nossas existências individuais são fatiadas numa sucessão de episódios fragilmente conectados”.

@entrelinhas_eafins
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E para finalizar, o livro dos ressignificados, de João Doederlein-ou @akapoeta, sou apaixonada pelos verbetes que são veiculados no próprio instagram do autor. Desde que soube que estes verbetes estariam reunidos em um livro, resolvi comprar. É uma leitura fluida e rápida, mas o que não deixa de ter significado e literatura. Doederlein dá um tom a mais a palavras que já conhecemos, que se tornam poéticas ao serem observadas por outro ponto de vista. O livro também é um exercício a ressignificarmos coisas enfadonhas e clichês em nossas vidas.

@entrelinhas_eafins
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Espero que tenham curtido a lista, se quiserem informações sobre onde baixo meus livros, deixe aqui nos comentários ou mande um direct no instagram @entrelinhas_eafins !