Menu Fixo

Menu-cat

18 janeiro, 2019

Resenha de férias: A Boca da Noite, de Cristiano Wapichana.



Título: A Boca da Noite.
Autor: Cristino Wapichana.
Editora: ZIT Editora.
Classificação da leitura: 

No ano passado, em 2018, tive o imenso prazer de assistir a mesa "Raízes do Brasil – Influência na formação da sociedade cultural brasileira", com Cristino Wapichana, Daniel Munduruku e Anna de Holanda. Sem dúvidas, foi a mesa que mais me encantou e me trouxe muitos ensinamentos, pude, principalmente, olhar o índio por outras perspectivas nunca pensadas por mim antes através dos relatos dos palestrantes. Após esta mesa, foi oportunizado a nós comprar os livros dos indígenas autores Cristino Wapichana e Daniel Munduruku, grandes aquisições que eu precisava compartilhar com vocês.


Hoje, conheceremos um pouco da obra “A Boca da Noite”, do Cristino Wapichana, um livro infantil que traz uma história dos Curumins do povo Wapichana. Uma literatura riquíssima e que vale a leitura.

Cristino Wapichana, segundo o site Boca do céu, é natural de Boa Vista, Roraima. Músico, compositor, escritor premiado e contador de histórias. Desenvolve atividades e vivências culturais, educativas e recreativas sobre a cultura indígena, orientadas para crianças e jovens.
Kupai é um menino muito curioso, personagem principal, que resolve seguir os passos de seu irmão, que é chamado de Dum no livro, e dar uma escapada das vistas de seus pais e ir em busca de observar o sol mergulhando no rio, além de olhar as belas paisagens da região onde moram. Tudo isso na Laje do Trovão, um local de grande altitude que de lá, conseguiam observar toda a paisagem de onde vivem. 

Tudo é narrado com muitas imagens poéticas e metáforas sobre o cotidiano indígena, é um mergulho à vivência deste povo, os Wapichana. A peripécia dos meninos é descoberta por seus pais e, para castigá-los pela desobediência, eles fazem alguns trabalhos com os mais velhos ao invés de só brincarem. E para impedi-los de voltarem a Laje do Trovão, é contado a eles a história sobre raios que atingiram o local e sobre a “boca da noite”, o ponto alto do livro.
A partir disso, somos levados pela imaginação de Kupai sobre o que seria essa “boca da noite” e somos transportados para esse imaginário infantil descrito de uma maneira fantástica e engraçada, minha parte favorita do livro.
O que mais me deixou encantada na leitura foi a simplicidade com que as palavras contam a história e os elementos culturais indígenas. As ilustrações feitas por Graça Lima deixaram a obra ainda mais linda e relacionaram muito bem com o texto.
Recomendo a todos a leitura dessa obra, pois além ter contato com um livro incrível, também valorizamos um produto nacional e somos também oportunizados a refletir sobre algumas questões que nascem agora no Brasil. Pretendo trazer, em breve, resenha dos livros do Daniel Munduruku, estou terminado de ler e já mostro para vocês, aguardem.

Comentem sua opinião aqui em baixo e venha conversar com a gente no instagram: @Entrelinhas_eafins

23 dezembro, 2018

Destaques culturais cachoeirenses 2018


                Olá, elenáticos! Tudo bem que politicamente o ano de 2018 foi um ano bem intragável, porém no quesito literário/cultural tivemos uma vasta lista destaques, visto que nossa capital secreta do mundo, Cachoeiro de Itapemirim, proporcionou inúmeras atividades culturais para nós, desde festivais de cinema, peças teatrais e até a maravilhosa Bienal Rubem Braga, que foi um sucesso. Vamos a nossa listinha de destaques de 2018!



1. A Praça da Poesia

                A Praça da Poesia, como é intitulada - é o quintal da casa dos Braga ( Rubem e Newton), que funciona como uma espécie de museu para turistas e curiosos literários. O lugar recebeu esse nome depois da última reforma que teve, e foi palco para inúmeros eventos artísticos, como saraus literários. A praça da poesia fica aberta ao público em geral, basta fazer uma reserva no própria sede para poder utilizar o local, sendo assim um incentivo de produção de eventos literários.


                Em abril deste ano, realizei junto ao Colégio Equipe Cachoeirense, escola de Ensino Médio, o Sarau “Da capital secreta para o mundo”, recheado de textos de artistas capixabas e também a presença de ilustres amigos da literatura cachoeirense como Paulinha Garruth, Simone Lacerda e o ator e diretor, Luiz Carlos Cardoso. O evento foi um sucesso, tivemos um encerramento a Banda. Se você quiser saber mais sobre esse evento leia essa matéria maravilhosa, AQUI.



                                               


 Já em outubro deste ano, a Nathália Dias Maciel ( nossa parcera do blog), junto a professora Rosângela Venturi e seus alunos da E.E.E.F.M Agostinho Simonato realizaram também um Sarau literário. O evento foi a culminância das aulas de produção de textos das professoras. Os alunos dos 9° e 8° ano durante o ano letivo, tiveram a oportunidade de conhecer com profundidade as pérolas literárias de Cachoeiro de Itapemirim, inspirados pela magia literária de Rubem e Newton Braga, produziram crônicas, poesias e outros textos literários que foram apresentados no sarau. Neste evento, os alunos, além de apresentarem textos de autoria própria, também declamaram textos dos irmãos Braga. Sem dúvidas, foi um sucesso.


2. Simone Lacerda, a iluminada farpada, rs.

                Depois do lançamento de “Arame Farpado” no ano passado, ( inclusive na praça da poesia) Simone Lacerda continuou seu trabalho de divulgação do livro, seja nas redes sociais ou indo até os leitores. Por acompanhar as redes sociais da escritora, observamos que seu livro foi recebido com muito carinho em inúmeras escolas de Cachoeiro e em diversos espaços de debates.



Simone em entrevista na Record News, programa da Eluza Xavier.


Comemorando 1 ano do lançamento de sua obra de estreia.

      A participação da escritora em diversos momentos literários fez de Simone uma personalidade literária destaque no ano de 2018, além disso em Fevereiro ela assumiu uma coluna literária no Espírito Santo Notícias. E não é por menos, que em Abril deste ano, a diva foi convidada a integrar a o seleto grupo da Academia Cachoeirense de Letras, juntamente com Paula Garruth, Marco Aurélio Borges e Wilson Márcio Depes, que renovaram a cara da instituição, que também em setembro tiveram novos membros empossados.

3. A 7ª Bienal Rubem Braga

                Não podíamos deixar de citar o evento mais esperado por nós, amantes da literatura, a 7ª edição do maior evento cultural do sul do estado, a Bienal Rubem Braga, considerada por muitos, a melhor do Espírito Santo. O evento tão aguardado conseguiu superar minhas expectativas, com uma programação variada desde a peças teatrais para o público infantil até mesas de debates e produções para os adultos, a Bienal cumpriu sua missão. Com convidados ilustres e também a valorização de artistas locais, o evento seria sucesso na certa.



                A Secretaria de Cultura merece ser parabenizada, com média de público muito maior em comparação as anteriores, o evento foi bastante elogiado nas redes sociais e teve a participação de todos: alunos, pais de família, trabalhadores em geral, afinal a leitura é para todos. Que venha a de 2020, logo!

4. Cláudinha Ferreira e suas invenções

                Um dos destaques da Bienal com certeza foi Cláudia Ferreira, artista plástica versátil e sem papas na língua, administradora do “Castelo das Artes”. Com talento e criatividade de sobra, Claudinha transita em inúmeras áreas desde a feitura de marionetes até construções de cenários grandiosos. Na Bienal, seus personagens vivos foram uma sensação, não é a toa que todos queriam registrar uma foto com os personagens do Sitio do Pica-pau Amarelo, principalmente, as crianças que se encantavam com as obras de arte de Claudinha. Ela continua com seus projetos artísticos nas escolas, no qual foi contemplada por uma das leis de incentivos de nossa cidade. Sou fã do trabalho dela, gente!




5. Artes no Sobrado

                Falando em arte, tem uma galerinha bem talentosa também no Artes no Sobrado, um projeto maravilhoso no qual reúne pessoas talentosas e boas no quesito fazer arte, no bom sentido é claro, rs. Composto pela Gerusa Fereirra, Cleiminha Lemos e outros artistas plásticos, o projeto tem como objetivo a venda e valorização de objetos artesanais. O projeto que inaugurou em 2018 tem tudo e mais um pouco para ser sucesso em 2019. O sobrado fica localizado próximo ao antigo ITA, no Centro de Cachoeiro.





   Esta lista é feita com muito zelo e carinho por nós, é mas lógico que vários outros artistas e personalidades brilharam e abrilhantaram em Cachoeiro.

Abraceijos!

19 outubro, 2018

Resenha "3:20" , de J. Wilson


            O romance 3:20 é o livro de estreia do capixaba Jorge Wilson, pela editora Publit, que nos apresenta uma narrativa envolvente, ágil e com inúmeras reviravoltas. Confesso, quando o autor me apresentou a obra vieram inúmeras possíveis teorias da narrativa de Wilson, e o autor só me disse que o título teria relação com o tempo de duração da leitura. Confesso também, li em menos de 1 hora. 

            Como já adiantamos, é interessante notar que a obra tem uma titulação misteriosa, que por vezes, aparece durante a trajetória dos personagens do livro, nos pregando peças. O livro narra a aventura de Augusto, um advogado bem sucedido, homem de família, pai do jovem Eduardo, casado com a elegante Érica, que numa viagem de negócios acaba conhecendo, por coincidência do destino ou não, o jovem Betinho.

                                                          ( Divulgação do autor) 

            Betinho, que por sinal, é um jovem bonito, sarado, com bom gosto musical, que não se prende muito aos lugares, como uma espécie de hippie, que toca nas noites em troca de uma grana extra. Tudo se inicia quando Augusto, por gentileza e sem intenções, dá uma carona para o músico até Porto Seguro. A maneira que o personagem é descrito em alguns trechos também nos deixa apaixonado pelo personagem e sua maneira de enxergar o mundo.  

            Enfim, não posso falar mais da história, pois posso soltar alguns “spoilers” sem querer, e isso com certeza não seria legal. Falando em Porto Seguro, a narrativa faz uma linha geográfica esteticamente linda. O personagem principal e sua família são de Vitória, aqui no Espírito Santo, mas uma boa parte da narrativa acontece na Bahia, no qual J. Wilson desenha muito bem lugares que nós, como leitores, fiquemos com muita vontade de conhecer. Como disse, temos trechos em Arraial da D´ajuda, na praia de Mucugê, na Passarela do Álcool, e também em Troncoso, só lugares paradisíacos da calorosa Bahia, que enfeitam esse romance misterioso.


            Outro ponto interessante de se notar é que a narrativa é ágil, o autor consegue nos embalar pelas viradas que a história entrega e nem percebemos que o livro tem 9 capítulos, que nos apresentam ritmos diferentes. Confesso, que com certeza o último capítulo é o mais genial, pois quebra com a expectativa que temos quanto a obra, além disso o final da obra é aberto, que nos dá margem para inúmeras possibilidades de continuação. Ou seja, Jorge Wilson, queremos a segunda edição do 3:20 ( eu já disse isso, rs).

       

            A obra até agora não saiu de mim, ela me enfeitiçou de uma maneira única, talvez pela tema abordado ser tão peculiar. Eu diria que a obra de Jorge Wilson é um “romance gay” e que acho genial ler algo dessa modalidade de um escritor capixaba. Porém, acho que rotulá-lo não seria tão eficaz, mas sigo dizendo que a obra é excelente, possui personagens ( apesar de poucos) apaixonantes e os cenários são maravilhosos.

           Vocês podem conhecer sobre o autor/ obra nesse site AQUI e também comprar AQUI.

29 agosto, 2018

Os meus 3 anos no Entrelinhas & Afins


Olá, queridos eleanáticos. Tudo bom com vocês? Comigo tá tudo ótimo. Estou sumido aqui do blog desde o mês passado devido a alguns compromissos e, principalmente, devido ao retorno às aulas. Muita correria e muita leitura, mas arrumei esse tempinho especial para falar aqui com vocês do Entrelinhas & Afins, afinal, nesse mês de agosto, o blog fez seu aniversário de 5 anos. Nesse post, vou falar um pouco sobre a minha experiência aqui no ELEA, que já tem quase 3 anos. É isso mesmo! Fiz questão de checar certinho e em outubro completo 3 anos como membro da equipe desse blog tão fantástico e do qual tenho um orgulho enorme de participar.



Resolvi começar esse texto lembrando a minha jornada aqui no Entrelinhas & Afins. Mas antes disso preciso explicar como conheci o blog. Desde 2012, escrevo para a Internet em um formato que conhecemos como webnovelas, que são histórias escritas, geralmente em roteiro, como se fossem novelas da TV. A diferença é que não há vídeo nem atores. É apenas postado o texto, o script, como alguns preferem chamar. Em 2014, eu, ao lado do meu amigo virtual João Carvalho, fiz parte da direção de uma rede especializada em webnovelas e webséries. E um dos nossos autores era o Ronald Onhas, um dos criadores do ELEA. Fiquei muito amigo de Ronald, em pouco tempo, e logo depois conheci Nathália também. Inclusive, em 2016, tive a honra de colaborar numa webnovela escrita pelos dois, chamada A Rosa e o Beija Flor, que, aliás, era ótima.

Mas falando da minha experiência no ELEA, tudo começou na segunda temporada do reality O Roteirista, em 2015. Eu e outros quatro participantes concorremos com provas bem interessantes, como resenhas de livros e filmes, crítica de uma websérie, etc. Foi praticamente um mês de competição e eu cheguei à final, após ter vencido 4 das 5 provas anteriores. Na grande final, acabei ganhando o prêmio, que era de ter uma coluna no blog. A revelação da minha vitória foi nesse post AQUI. Foi aí que surgiu o quadro Resenhas do Abou, que existe até hoje.



A minha primeira resenha foi do livro ''A confissão da Leoa'', do moçambicano que eu adoro, Mia Couto. Vocês, queridos leitores, estão lembrados dela? Foi em novembro de 2016. Vocês poderão reler e revisitá-la AQUI. Lembro que fiquei bem inseguro em relação a essa minha primeira resenha como colunista do blog. Não era a primeira resenha que eu fazia, até porque fiz resenhas no reality, mas essa foi pra valer. Aí sempre é diferente. Depois dessa, vieram muitas outras, de livros e de filmes. Falei de Capitães da Areia, O menino do pijama listrado, Lucíola e muito mais. Em agosto de 2016, encerrei a segunda temporada do quadro e a minha participação como colunista do blog. Devido a outros compromissos, acabei saindo do blog, com um texto fechando esse período de um pouco menos de 1 ano.

Em junho do ano passado, recebi um convite mais que especial e irrecusável dos meus amigos Ronald e Nath, que foi para integrar a equipe do blog de forma fixa, ou seja, ser um dos blogueiros, podendo postar sobre diferentes temáticas também. Foi um convite muito especial mesmo. Fiquei extremamente honrado e feliz com ele e, obviamente, aceitei. Iniciei também a temporada 2017 do Resenhas do Abou, só com livros. Como foi meu ano de vestibular, não cheguei a fazer tantas postagens, mas sempre buscava arrumar um tempinho para escrever para o blog, com diferentes temas, desde contos de Guimarães Rosa até uma resenha do livro Extraordinário, que eu amo de paixão.



Já em fevereiro deste ano, 2018, dei início a mais uma temporada do Resenhas, começando com O Ateneu, um clássico dos clássicos e explorando também livros pouco conhecidos, que eu acabei conhecendo graças à faculdade, como Por que a criança cozinha na polenta, cuja resenha foi postada mês passado.

Enfim, falar de Entrelinhas & Afins é falar de amizade, de parceria. Essa amizade minha com Ronald que dura já 4 anos e a com a Nath que dura uns 2, 3 anos. Gostaria também de agradecer mais uma vez aos dois e aos outros antigos integrantes do blog, pois todos sempre me acolheram tão bem aqui. É uma honra participar dessa equipe tão especial! E que venham mais 5, 10, 20 anos de Entrelinhas & Afins!


20 agosto, 2018

5 anos de Entrelinhas e Afins


Gente, segunda passada (13/08) , foi aniversário de 5 anos do Entrelinhas e Afins, como vocês devem ter acompanhado em nossas redes sociais, a data é um marco literário em nossas vidas, por isso comemorada com muita euforia por nós. Não é à toa, que tiramos o mês de Agosto para comemorar o aniversário de nosso blog literário.


Com uma média de 500 posts, inúmeras entrevistas e matérias, acredito que plantamos muitas raízes literárias por aí. Numa estimativa de 5.000 seguidores, juntando redes sociais do blog com os nossos próprios perfis, computaliza um número maravilhoso, considerando o contexto literário capixaba, que muitas vezes sofre preconceito, por se tornar um campo elitizado.

  


No início éramos em cincos, com Lorraine, Loyane e Rênia; depois chegou Claudiele Ribeiro à equipe, e atualmente, a formação é comigo, Ronald Onhas; a Nathália Dias; amiga e também professora de Língua Portuguesa/Literatura e também Vitor Abou, nossa blogueiro exportado de Niterói, aqui para o Espírito Santo, que também é estudante de letras, na PUC.

Acredito, que identidade literária consolida o blog como um projeto literário inovador e diferenciado, visto que no Sul do estado, ainda não temos nenhum outro blog com temática literária ( pelo que sabemos). Dentro desse contexto o Entrelinhas e Afins se torna pioneiro, na arte de propagar literatura por meio de posts, matérias e entrevistas diversas na blogosfera, misturando um linguajar da internet, com a teoria literatura necessária – e aí que entra o DNA eleanático. Sempre buscamos muito o equilíbrio entre o erudito e o popular, o clássico e o moderno, acho que também essas características são impressões de nossos perfis literários, como professores e também amantes da Literatura.

 


Falando em matéria, um dos quadros de maiores sucessos sempre é o “Gente como a gente”, quadro de entrevistas com o objetivo de destacar e dar notoriedade a personalidades e pessoas de várias áreas culturais, afinal um dos principais objetivos do blog sempre foi valorizar a cultura capixaba em suas diversas formas e fomentar que tais práticas artísticas fossem realizadas no Espírito Santo. Falando nele em Setembro vem uma renca de entrevistas ilustres, fiquem ligados!


                                             



Olho para trás e o sentimento é de gratidão, pois no princípio a gente se revezava para criar pautas literárias, inventávamos contos e histórias fantásticas, atualmente nós ministramos oficinas literárias, participamos de debates e mesas-redondas com propostas literárias em instituições diversas. Não posso deixar de mencionar que, em 20017, nós, participamos do Programa “Simplesmente”, da minha divosa, Eluza Xavier e também recebemos uma homenagem pelo nosso trabalho com a literatura, do “Instituto Educacional João e Maria”, de   Rio Novo do Sul, no Sarau Literário realizado pela criativa e maravilhosa, Geise Pinheiro.

  Na verdade, estamos bem empolgados pela marca que alcançamos, apesar dos sonhos não imaginávamos que fossemos tão longe, ainda com pouco apoio no geral. Mas, agradeço de coração a todos os nossos leitores, mesmo aqueles que curtem e nem leem, aqueles que leem um parágrafo e já param, mas que não deixam de lembrar-se do nosso trabalho. Cada palavra de incentivo foi fortalecedora, muito obrigado amigos, família e companheiros literários.

 

Estamos realizados, esse final de semana teremos um ensaio fotográfico com o Raone Bandeira, de Castelo, no qual daremos continuação as comemorações das nossas bodas de madeira, rs. Além disso temos alguns projetos futuros planejados em sigilo, que ainda não podem ser divulgados. Com isso, o Entrelinhas e Afins carimba uma nova marca literária regional e se propõe a alcançar novos voos em níveis nacionais, se bobear até internacionais.  



 




Abraceijos!