Menu Fixo

Menu-cat

12 setembro, 2013

Contos nossos: Caçadora de Almas- Parte 4





“Agora sim minhas lindas, podem tirar as vendas!” Disse um dos rapazes que estavam com as garotas. Ao recuperarem sua visão Marta, Michelle e Paula se assustaram ao perceberem que estavam em um cemitério. A noite estava fria e muito escura, a visibilidade era baixa, o entorpecente que lhes tinham oferecido anteriormente já fazia seu efeito, suas vistas embaçavam e tudo começava a girar ao seu redor.
“O que estamos fazendo aqui?” Paula perguntou aflita, de todas as três ela era a que estava um pouco mais sóbria, talvez porque o medo corria pela sua veia tão rápido quanto seu sangue. “Fique calma boneca vamos apenas nos divertir!” Paula estava assombrada, enquanto suas duas amigas pareciam estar fora de orbita e nem ligarem muito para o que ocorria ao seu redor.
“Ei cara! Temos poucos minutos até que elas voltem ao normal, melhor resolvermos isso logo...” Dois dos garotos pegaram Paula e Michelle pelo braço, segurando firmemente com sorrisos sacanas no rosto e levando-as consigo para trás de um dos túmulos.
Marta não estava conseguindo associar o que estava acontecendo, mas depois de uns cinco minutos ela conseguiu ouvir os gritos em pânico de suas amigas, que gritavam pedindo ajuda e pedindo para que parassem. Passou-se mais um tempo e os gritos cessaram, até então Marta estava estagnada em seu lugar começando a perceber o perigo que estava correndo.
 O garoto que estava vigiando a van percebeu que os gritos param e virou-se para a garota parada com os olhos assustados, “Vamos meu bem sua vez...”. Nem rompante, a adrenalina correu solta por todo corpo da garota que percebia seu real perigo.
A cada passo do garoto ela chegava um pouco para trás ate que avistou uma pilha de entulhos, não conseguindo especificar exatamente de que materiais se tratavam, mas sabia que seria útil para sua defesa, sua primeira reação foi pegar o objeto e lançar na cabeça do rapaz.
O rapaz sufocou um grito e percebeu que Marta já estava “acordada”, tentou chamar pelos amigos, mas distrai-se quando viu uma mancha enorme de sangue em sua camisa. Tomada pelo horror Marta pegou mais alguns objetos e partiu para cima do garoto sem pensar no seu ato, até que ele deu seu ultimo grito e parou de respirar.
Diante do horror de ter matado o infeliz, Marta foi achar suas amigas, porém a cena que ela presenciou lhe deu plena certeza de que haveria mais dois números de mortes naquele dia...
Continua...
Até mais, Nathália.

Nenhum comentário:

Postar um comentário