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25 setembro, 2013

Contos nossos : A Donzela do Poço - Parte 2

  Júlio saiu correndo desesperado, com os olhos cheios de lágrimas, retornou ao local onde a Senhorita Fosten ensinara sobre os diferentes tipos de profissionais de uma fábrica. A Senhorita Fosten, logo percebeu a ausência de Rose, e interrogou Júlio com suas perguntas, que davam medo em todos os alunos.

- É .. a Rose, ela não estava se sentido bem – disse Júlio, gaguejando.

- Onde ela está? – pergunto a professora com seu olhar fuzilante.

- Ela foi procurar o pai dela que trabalha aqui na fábrica... para ele levar ela embora para casa.

- Não, ouse se afastar de mim novamente. Escutou Júlio Leicam ?  Vamos procurar Rose – ordenou a Senhorita Fosten.

 Todos voltaram para escola, e Júlio não esquecera a cena de Rose caindo dentro do poço. E também não conseguia contar a ninguém. Tinha medo. Anoiteceu, e Júlio tentava dormir, mas não conseguiu. Enquanto isso, os pais de Rose e a Senhorita Fosten, procuravam a garotinha pela cidade.
 Júlio, então não conseguiu dormir. Resolveu de madrugada, sair de casa escondido de seus pais, foi andando bem devagarzinho, até conseguir abrir a porta e sair. Alguma coisa o chamava para voltar ao poço da fábrica. Ele conseguiu entrar pelo portão principal da fábrica facilmente, pois o porteiro estava roncando e babando. Escutou o barulho das máquinas a vapores, dos homens que ainda trabalhavam, e escutou a voz de Rose. Pensou estar ficando louco. Saiu apressadamente, e a voz de Rose continuava.

- Me ajude, me tire daqui!  – a voz de Rose assombrava a mente de Júlio.
 Foi quando Júlio amedrontado, não percebeu o poço escaldante. Caiu ali, PUFT!

90 ANOS DEPOIS...

Fernando, Alana e Mariana brindavam o sucesso da empresa Leicam. Mariana percebera que já estava tarde e avisou que iria embora. Alana ameaçou ir também, mas Fernando pediu-lhe que ficasse, lhe beijando.

- Parabéns Doutor presidente das empresas Leicam, você mereceu o prêmio. Vemos-nos amanhã.

- Até amanhã, Mariana – despediu Alana.


Mariana notou que os corredores estavam escuros, afinal não era dia de expediente na fábrica. Viu, a porta de umas das salas de máquinas aberta, resolveu parar e fechá-la. Mas, notou que lá dentro, havia alguém ...

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