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23 setembro, 2013

Contos nossos : A Donzela do Poço




            Rose era uma menina muito bela e carismática, sua mãe orgulhava-se de tê-la como filha, sempre prestativa e disposta a ajuda-la. Contudo sabemos que nem todas as pessoas são perfeitas, e o grande defeito de rose era sua excessiva curiosidade.
            Rose era moradora de uma cidadezinha do interior no século XIX, mais precisamente no ano de 1923, desconhecida, e esquecida pelo mundo, mas com seus mistérios que cativavam a pequena jovem.
            Não muito distante de sua casa, havia uma fábrica de tecidos, que fornecia para o comercio da cidade e das cidades próximas. Nessa mesma fábrica havia um poço, cuja profundidade era desconhecida pela população, à única coisa que se sabia era que a água dela era mantida a ponto de ebulição, sendo capaz de matar uma pessoa queimada. Portanto, era terminantemente proibido chegar perto dele.
Em uma segunda feira, a escola de Rose resolveu levar os alunos para conhecer a fabrica, a fim de informar os alunos sobre as profissões que eram exercidas ali. Todos os alunos foram avisados sobre o poço e que não podiam ficar perto dele. Ao fim da fala da professora, Rose olhou para seu amigo Júlio, que a acompanha em suas caçadas de curiosidade, já confabulando como chegariam perto do poço.
Todos os alunos chegaram empolgados á fabrica, Rose e Julio discutiam baixinho como iriam ver o poço.
“Faremos o seguinte Júlio, quando a Senhorita Foster virar para explicar, corremos silenciosamente ate o poço, primeiro eu vejo o que há dentro e depois você!”
O plano estava traçado, quando a professora virou-se para falar sobre o primeiro item de pesquisa, os dois saíram sorrateiramente em direção ao poço. Eles seguiram correndo, acharam as placas que indicavam onde estava o poço e seguiram seu caminho sem parar um minuto de corre, com recio de que a professora os pegasse em flagrante ou que alguns alunos os delatassem.
Mas antes que eles pudessem parar, Rose tropeçou em uma pedra caindo diretamente dentro do poço, a água estava turva e muito quente, muito quente, queimando imediatamente aquilo que ela tinha como seu corpo. E neste momento ela cortou o fim da linha de sua vida, não sendo permitida nem a gritar por socorro, Júlio viu sua companheira afundar-se na imensidão do poço, e a partir desse momento sua amiga estava fadada a viver ali eternamente...
Continua...
Até mais, Nathália!

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