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28 junho, 2014

Códigos de Sangue - Capitulo 11

    Códigos de Sangue -  Capitulo 11

CONTINUAÇÃO

A chuva aumenta. O vampiro agarra os pés de Danilo, que se debate. Caio abocanha o pé do vampiro, que morde o braço de Danilo.

- Socorro – grita Danilo, enquanto é atacado pelo forte e bonito vampiro faminto.

Caio devora a perna do vampiro, e com os pés aperta sua garganta fazendo ficar sem ar.
 Plínio joga gasolina no vampiro. O vampiro se debate enquanto Caio o segura fortemente.

- O sangue dele é raro. O sangue dele é raro – diz o vampiro jogando bruscamente Caio longe, e sentindo uma queimação em sua boca. O vampiro se debate no chão ensopado.
- O sangue dele é envenenado – diz o vampiro, que é queimado com o fogo que Pérola joga nele. 

O vampiro vira pó. Vô Zé volta a sua forma humana.

- Me ajudem – pede Vô Zé.
- O que são vocês? – pergunta Danilo assustado e trêmulo.
- Nós somos os mocinhos – diz Caio.


2ª CENA ( Manhã) ( Escola da Vila)

O professor de História escreve algumas anotações no quadro enquanto explica matéria. Nanda anota precisamente no seu caderno enquanto Rafaela mexe ao celular. Sávio dorme em cima da mesa.

- 3º ano só quero relembrar que na semana que venha teremos nossa prova – diz Humberto. – Nós agora entraremos em uma matéria nova. Começaremos estudar sobre o povoamento de Vila Esperança, a história da Vila, de sua cultura, tradições e até de suas lendas – conta Humberto.
- Vai me dizer que vamos estudar saci, bruxa e lobisomem? Porque esse povo aqui da Vila adora inventar essas histórias – diz Nicolas.
- Segundo os manuscritos a Vila surgiu com a vinda das famílias Backe e das famílias Dobrovossk para esse lugarejo depois de inúmeras guerras, as famílias acabaram tornando-se aliadas para lutarem contra uma tal besta que rondava a redondeza.

O sinal bate.

- Aleluia ! – grita Sávio, levantando da cadeira.
- Até a próxima aula meninos – diz Humberto saindo de sala e juntando seu material.

3ª CENA ( Manhã) ( Casa dos Backer)

Danilo fica tremulo sem saber se o que acabara de acontecer era mais um de seus sonhos ou era real.  Danilo dá uns goles na xícara de chá preparada por Pérola. Ao seu lado Caio, Plínio e Pérola esperam Danilo se recompor. Vô Zé fica admirado com a presença de Danilo, e coloca um álbum enorme da família em seu colo. Vô Zé finta Danilo como se quisesse ler sua alma.

- Você sabe quem é você? – pergunta Vô Zé.
- Eu sou eu. Que história é essa. Caio eu quero ir para casa – diz Danilo se levantando.
- Você foi adotado não é? E sua família lhe adotou de um orfanato na qual você foi mandado – diz Vô Zé.
- Quem te disse isso? – pergunta Danilo amedrontado.
- Você gosta de história de amor? Então deixa eu lhe contar uma história real. Há vinte anos atrás um casal loucamente apaixonados resolveram assumir uma paixão que era proibida. Ela era uma lobisomem Backer e ele um frio Drovossk. Os dois sabiam que não tinha permissão do relacionamento sendo que há 300 anos antes as duas famílias haviam se juntado para destruir a besta da vila, e depois selaram um acordo de paz e limite. Que cada ser respeitaria a classe e individualidade do outro, não causando e nem provocando nenhum dano à outra espécie. Só que o pior aconteceu os dois mantiveram relações extremas e tiveram o filho, que fez que as duas famílias corressem perigos.O vampiro, pai da criança, estava prometido para casar com uma das filhas do Segundo Duque do Primeiro Estado, quando ele quebrou o protocolo vários clãs de vampiros vieram para Vila Esperança destruir a tal criatura de “sangue raro” que seria mais fortes que lobos e frios juntos. Essa criatura era você Danilo – diz Vô  Zé, causando espanto em todos.
- Eu? Um sangue raro filho de uma lobisomem e um vampiro? – se pergunta Dan perplexo. – Mas que eram os meus pais? – pergunta Danilo.
Vô Zé mostra uma foto que ele está em pé ao lado dos filhos Aurora, Saul, e Maria.
- O que tem a ver o álbum da família com ele? – pergunta Pérola.
- Essa aqui era minha filha mais nova, Aurora. Ela era corajosa, destemida, e brava guerreira. Uma lobisomem líder que sabia que comandar qualquer caçada, subia em qualquer árvore. Sabia atirar flechas como ninguém – conta Vô Zé.
- Vô, o que tem a ver minha mãe com essa história? – pergunta Caio, impaciente.
- Sua mãe é a lobisomem que quebrou o protocolo e se envolveu com o vampiro – conta Vô Zé.
- Mas, como assim? É meu pai? Ela traiu meu pai? Ele é meu ... – pergunta Caio sendo interrompido por Danilo.
- .... irmão. Eu sou irmão dele, então sou seu neto – diz Danilo.

- Você é um sangue raro, você é Vampsomem – diz Vô Zé.

26 junho, 2014

Reality de Escritores: Parte 2


Boa noite gente!

Em nome de toda a equipe Entrelinhas & Afins gostaria de parabenizar o ganhador da nossa última batalha, parabéns Keven Bentes! O ultimo desafio foi realizar uma sinopse de uma historia com tema inovador, e o ganhador teve seu texto publicado em nosso blog, confiram: http://entrelinhaseafins.blogspot.com.br/2014/06/ultimo-adeus.html .
Mas não fique triste! Vem ai a segunda parte da nossa competição, sua chance de ser o ganhador da semana! Desta vez o desafio da semana será fazer uma resenha critica sobre um livro já lido pelo participante. A resenha poderá conter de uma a duas laudas, pedimos que ao enviar seu texto envie em formato Word (letra nº 12), não se esqueçam de parágrafos... Enfim, tudo que um texto deve ter. Atente-se também para o formato, como deve ser escrito uma resenha crítica.
O prazo para as resenhas serem enviadas é até as 23:59 hr. do dia 01/07/2014, envie para o nosso e-mail: equipeentrelinhasea@gmail.com . Lembrando ainda que todos os textos são identificados pelo título, não pelo nome do autor, portanto, pedimos que nenhum participante assine seu texto, atente-se para os nossos pedidos e boa sorte! No caso de dúvidas, entre em contato pelo nosso e-mail.


Equipe Entrelinhas & Afins.

Último Adeus

Último adeus    
                    

A família brasileira Lopez, é dona de uma grande empresa (Agrolopez), no ramo da agricultura na singela cidade da Austrália, denominada Kingscote. A exportação em alta de seus produtos é conhecida no mundo inteiro e com isso faz desta empresa um grande sucesso no mercado mundial. O patriarca Frank é casado com Angelina, dessa união gerou Claudia, mas sua mulher e filha nunca quiseram se envolver com os negócios familiares. 

    Claudia, a protagonista, tem um amor imenso pela patinação no gelo, e sonha em ter uma carreira próspera, porém sua mãe não gosta que ela siga este rumo. Sem querer, a jovem acaba se apaixonando pelo motorista de sua casa Miguel, e seus pais são contra esse romance. Para afastá-los, Angelina manda sua filha praticamente obrigada morar no Brasil, com sua irmã Angélica e seu cunhado Isacque, que têm dois filhos Isabella e Júnior. 

    Arrasada, a matriarca adota uma garota chamada Leandra, para assim tentar de certa forma ocupar o vazio de sua cria, e o que não imagina é que essa jovem é uma pessoa má, que acabará se casando com Miguel, e tem uma vontade grandiosa de conhecer sua ''irmã". 15 anos depois, Claudia se tornou uma professora de educação física na "Escola Planalto", da rede de ensino médio, e já tem um romance com Érick. Contudo, nunca esqueceu Miguel, pois tudo que a aconteceu, para ela foi o último adeus por não ter vivido uma linda história de amor.

Escrito por : Keven Bentes 

1º Batalha Literária



 O texto vencedor foi a Sinopse " Família Lopez" do autor Keven Bentes. A sinopse teve melhor desempenho, pois seguiu o formato exigido, usou criatividade e soube contornar muito bem seus personagens.  Seu maior acerto foi em não contar o final de sua trama, erro cometido pelos demais participantes que consequentemente não tiveram um bom desempenho.
    A prova era somente escrever uma sinopse, um breve resumo dos principais personagens de sua obra e assunto principal. Não precisava do final da história!
    
 Parabéns ao autor Keven Bentes. Dá próxima vez não esqueça do titulo. 

OPINANDO...





Hoje venho falar sobre a web novela “Códigos de Sangue” onde retrata história de vampiros e lobisomens, que guardam muitos segredos sobre suas descendências, escrita por nosso querido Ronald Onhas que faz parte da equipe Entrelinhas e Afins.
Para quem gosta de um mundo ficcional onde tudo é possível acontecer indico que acompanhe os capítulos desta web novela, que particularmente me cativou desde que li o primeiro capítulo. Talvez seja porque gosto muito dessa parte ficcional que a literatura proporciona, mas que não deixa de conter universalidade, uma vez que toda ficção nasce do real. Sendo assim torna-se possível se encontrar em alguns personagens da trama. É interessante a forma que o autor descreve seus personagens com traços de humanidade mesmo sendo lobisomens ou vampiros, e também a escrita não linear nos acontecimentos da história.
Enfim, vale muito a pena conferir e se deliciar com essa história envolvente e cheia de conflitos, que tem características jovens e super atuais.


 Até mais, 
Lorraine Dobrovosk

22 junho, 2014

Códigos de Sangue - Capitulo 10

    Códigos de Sangue -  Capitulo 10

CONTINUAÇÃO

- É claro – diz Danilo entrando no carro de Caio. – Nossa você me salvou. Vou ficar lhe devendo – diz Danilo.  – Prazer Danilo Dobac.
- Olha eu preciso entregar uma encomenda para o meu avô antes de ir para cidade – diz Caio.
- Sem problemas. Você já vai quebrar um galhão meu – diz Danilo.
- Mas o que você faz por essas bandas nessa chuva? – pergunta Caio.
- Eu estava conhecendo a vila – diz Danilo.
- Mas já estamos fora da vila. Estamos no limite da estrada, aqui só tem sítios  e muito mato. É perigoso ficar por aqui perdido – diz Caio.
- O que teria de perigoso por aqui? Vai falar que acredita em lobisomem, saci e mula sem cabeça? – pergunta Danilo. – Você está bem grandinho.
- Estou falando de cães do mato, eles atacam as pessoas e matam-nas – diz Caio fazendo tom de suspense.
- Que climão. Vamos por uma música – diz Danilo ligando o rádio, que toca um rock dos ano 80.

2ª CENA ( Manhã) ( Quarto de Bianca)

Felipe beija o rosto de Bianca.

- Para amor – diz Bianca, sonhando.
Felipe continua beijado-a, e acaricia seu rosto.
- Meu gostoso – diz Bianca.
Felipe a beija na boca.
- Eu te amo Caio – diz Bianca, deixando Felipe intrigado.
- Caio? – diz Felipe acordando Bianca.
-Felipe, seu idiota. Eu te mato – diz Bianca correndo atrás de Felipe pela casa.

3ª CENA ( Manhã) ( Casa dos Backer)

Danilo fica escutando música no carro.

- Pra que você trouxe um normal aqui? – pergunta Pérola.
- Se o vovô ver ele vai arrancar o seu pescoço – diz Plínio;
- Relaxem, pessoal. Ele trabalha com o pai da Rafa – diz Caio colocando os sacos dentro da casa.
- Pior ainda, todo mundo sabe que o povo do jornal são todos fofoqueiros – diz Pérola.
- Cadê o vô? – pergunta Caio.
- Ele foi caçar por aí – diz Plínio.
- Fala com ele que todas as armas que ele me pediu estão aí. Só ainda não sei o porque dele querer comprar todo esse arsenal – diz Caio.
- Ele está com medo de algo – diz Pérola.
- Ele está ficando gagá – diz Plínio.
- Depois eu falo com ele – diz Caio se despedindo.

De repente escutam-se uns barulhos de cão. Danilo não escuta pois escuta música dentro do carro. Plínio, Caio e Pérola sente um cheiro diferente.

- Vou tirar ele daqui – diz Caio indo em direção ao carro.

Ao mesmo tempo, vô Zé em forma de lobo é arremessado contra o carro.

- Meus Deus, o que é isso? – diz Danilo assustado, olhando o lobo gigante em sua frente.
- Tem frio na área. Você precisa se transformar – diz Plínio.
- Eu não posso, ele me verá – diz Caio.
- Porra, anda logo – diz Plínio apressando-o.


Um homem jovem de pela branca e cabelos alaranjados surge no meio deles.

- Sangue fresco – diz o vampiro correndo em direção de Danilo. Danilo sai de dentro do carro.
- Droga – diz Caio correndo atrás do vampiro e se transformando em lobo.

- Socorro – grita Danilo desesperado.

Códigos de Sangue - Capitulo 9

Códigos de Sangue -  Capitulo 9

CONTINUAÇÃO

- Sua velha doida pare de falar caduquices – diz Vô Zé.
- Da última vez que me chamou de doida você perdeu dois do seus três filhos. E ainda metade de sua matilha. Vai querer duvidar de mim novamente? – pergunta Zora irritada.
- Preciso preparar meus meninos. A lua de sangue é somente daqui à dois meses. Precisamos nos apressar – diz Vô Zé. – Plínio, vamos voltar para casa – ordena.
- Até mais velho Zé – diz Zora despedindo de Vô Zé.

2ª CENA ( Noite) ( No hospital) 

- Estou muito fraco. Eu preciso de sangue logo – diz Sávio andando pelos corredores do Hospital Esperança.
Guilherme estranha presença de Sávio.
- Sávio, você por aqui? – pergunta Guilherme. – Sua mãe já acabou o turno dela ela não volta mais hoje – explica Guilherme.
- Aé cara, que cabeça minha. Acabei esquecendo, valeu por avisar – diz Sávio, que finge descer as escadas. Mas volta, abre a porta da sala de doações de sangue e entra. Sávio

 entorna cinco sacos de sangue.
- Delícia – diz Sávio, limpando a boca.


                      No dia seguinte ...

3ª CENA ( De manhã) ( Redação do Jornal)

Danilo revira sua mala e acha a foto dele no quarto da antiga foto. Logo em seguida acha um velho colar que ganhara de sua tia.

- Esse colar, nem tinha visto que estava nas minhas coisas – diz Danilo colocando-o no pescoço.
- Você madrugou hen. Nossa, ainda são sete da manhã, espero que não seja todo dia assim – diz Bianca, colocando a cabeça embaixo do travesseiro.
- Foi mal Bianca. Prometo que foi só hoje. Vou dar uma corrida pela cidade, aproveite e conheço a redondeza. Beijos – diz Danilo colocando o tênis e saindo do quarto.

Danilo corre pela cidade até chegar ao limite da estrada. Danilo fotografa o caminho enquanto corre pela estrada. O céu escurece de repente e as nuvens começam a ficar carregadas.

4ª CENA ( Manhã) ( Estrada 90)

- Não acredito, justo hoje que eu resolvi conhecer a cidade – reclama Danilo.
 – É melhor eu voltar antes que eu comesse uma tempestade- diz Danilo enquanto tenta usar o celular par ligar. 
– Nossa! Aqui não tem sinal de celular, que fim de mundo eu vim parar. A chuva aumenta, começa os raios e os trovões, Danilo fica todo encharcado e corre na chuva.

Um carro para ao seu lado.


- Quer carona?- pergunta Caio. 

Personagens - Diários de um Vampiro - 2ª Temporada

PERSONAGENS 

  Rose é uma personagem que apaixonei desde sua primeira aparição na série.  Um vampira sensível, medrosa e amiga, com todas essas qualidades Rose se diferenciava do restante  de sanguessugas. Rose não é do mal faz tudo para ajudar Travel, seu melhor amigo há 500 anos. Com aparição de Rose, conhecemos Elijah e um pouco da história dos ORIGINAIS, a primeira família de vampiros.











   Além disso, formou um belo casal com Damon,mesmo sendo mais atração de vampiros, do que uma paixão alá Elena x Stefan Salvatore. Lembrando que Rose, somente aparece no episódio 8, da 2 temporada.Rose trouxe um tempero para história – acentuou o lado QUASE humano de Damon – que na maioria dos episódios o vampiro finge esconder.  Até eu, que não gosto do personagem, confesso que simpatizei com o irmão malvado.  Vale ressaltar que Rose não aparece nos livros, a personagem foi criado exclusivamente para série.


     ATENÇÃO SPOILER - ATENÇÃO SPOILER - 


No episódio 12, Rose tenta defender Damon da lobisomem,Jules, e acaba sendo mordida pelo monstro.  Mordida, Rose é infecção e tem delírios e dores foram do comum, pois a mordida de um lobisomem mata qualquer vampiro. Não preciso então dizer que MINHA PERSONAGEM PREFERIDA tem seus últimos momentos na série. Apesar de que na série ela volta para uma participação especial.  Portanto Rose foi uma personagem importante no desenrolar da 2ª temporada.


          







Série : Diários de um Vampiro /           
 2ª Temporada

19 junho, 2014

Reality de Escritores:


Boa noite pessoal !

Coloquem suas cabecinhas para funcionar porque a partir deste momento começa o Reality de Escritores! Pois é, demorou, mas chegou! Para você que se inscreveu conosco ( e quem ainda deseja se inscrever, corram, mande mensagem pela página ou por aqui mesmo) prepare-se! O seu primeiro desafio será escrever uma sinopse de uma historia com tema inovador, com o no mínimo duas laudas, seja criativo!
O prazo para mandar as sinopses é até ás 23:59 hrs. do dia 24/06/2014, mande seu texto para o nosso e-mail : equipeentrelinhasea@gmail.com. Nossa brincadeira funcionará da seguinte forma: Toda semana será dado aos participantes um gênero textual, escolhido pela equipe, com tema livre. O participante enviará seu texto por e-mail, que passará por nossa equipe que escolherá o vencedor da “batalha”. Porém, pedimos que nenhum participante assine seu texto, seremos imparciais,o texto vencedor será escolhido de acordo com os pedidos que fazemos a cada batalha, e claro pela criatividade, e quando for  publicado no blog é que será revelado o autor. 
Nenhum texto será descartado, todos merecem valor e reconhecimento por seu esforço, por isso, aquele que não tiver seu texto publicado em algumas das batalhas não se preocupe, terão espaço para mostrarem seus talentos! É isso! Qualquer duvida pergunte-nos, boa sorte a todos!

Equipe Entrelinhas & Afins.

18 junho, 2014

Códigos de Sangue - Capitulo 8

        Códigos de Sangue -  Capitulo 8

CONTINUAÇÃO

A senhora guarda o caldeirão perto de uma lareira, que estava apagada. Em seguida, coloca as suas misturas de ervas dentro de uma espécie de armário escondido atrás de várias vassouras penduradas no ar. A senhora abre outro armário pegando um moletom bem velhinho.
- Preciso ir à cidade já volto – diz a senhora, saindo de casa.



2ª CENA ( Noite) ( Clube )

- Ai meu protetor dos jornalistas em apuros. Me salva – diz Danilo abaixando ao lado de Sávio, e escutando sua respiração.
- Seus malucos, olham o que fizeram – diz Ricardo irritado.
- Acorda, vai meu filho acorda – diz Danilo colocando os ouvidos em seu estomago.
- O que esse maluco está fazendo? – pergunta outro jogador impaciente.
Sávio volta a si. E coloca as mãos no nariz que não para de sangrar.
- Ele tá vivo – diz Danilo gritando, percebendo que o restante do time estava ao redor deles.
- Saiam daqui do meu campo. Eu não quero ver vocês nem pintado de ouro por aqui senão eu mandarei os meus meninos chutarem os traseiros fedidos de vocês – grita o técnico Ricardo. - Entenderam ? – conclui.
- Não estou mais aqui. Olha você não está nem me vendo – diz Danilo puxando Felipe pelos braços. – Vamos Felipe – diz Danilo, enquanto puxava Felipe,que gemia de dor.

3ª CENA ( Redação do Jornal)

Bianca passa uma pomada no nariz de Felipe, enquanto Danilo digita a matéria no notebook. Renato entra.

- Boa Noite. Danilo, já estou sabendo de sua aventura. Parabéns, eu sabia que você conseguiria – diz Renato.
- Obrigado  chefinho – diz Danilo, sendo interrompido pelo grito de dor de Felipe, que é ajudado por Bianca.
- Se não fosse por esse aí o Felipe não estaria assim impossibilitado de trabalhar. E agora quem fará as fotos? – pergunta Bianca implicando.
- Ele não teve culpa. E outra Danilo você bate bem preciso aprender com você – diz Felipe.
- Danilo suas malas já terminaram de chegar. Eu passei para lhe dar boas vindas, apresentar o seu quarto e lhe dar os parabéns. Estamos todos felizes com sua chegada. Aqui é nossa redação, ilha de edição, espaço de reunião e também casa de vocês. Qualquer coisa, eu moro em frente. E só atravessar à rua. Ah, você dividirá o quarto com a Bianca – diz Renato.
- O quê? Mas como assim? – pergunta Bianca indignada.
- Se quiser me deixar no quarto com o Felipe sem problemas – diz Danilo.
- Não – responde Bianca e Felipe juntos.
- Então deixa eu ir para o nosso quarto. Estou exausto – diz Danilo saindo da sala;
- Dormir comigo, sai fora chefinho – diz Felipe tampando a almofada em Renato.

4ª CENA ( Limite da estrada) (Noite)

Plínio dirige o carro e Vô Zé fica no carona. Plínio vê uma carroça para na estrada e ao lado uma sombra no meio da estrada fazendo que freasse o carro rapidamente.
- Ufa! Por pouco, quem é o louco – diz Plínio. – Vô, cuidado pode ser um frio – diz Plínio farejando o cheiro da sombra.
- É uma velha amiga – diz Vô Zé.
Plínio abre as janelas do carro. Zora aproxima de Vô Zé.
- Meu velho, quanto tempo – diz Zora.
- Nem parece que somos vizinhos de limite – diz Vô Zé, em tom de descontração.
- Eu sabia que você passaria por aqui. Eu preciso falar com você, é de muita importância tanto para frios, tanto para caninos e até para os normais. – diz Zora.
- Você e suas visões malucas. Zora, o que é tão importante assim? Pare de caduquice – diz Vô Zé rindo.
- Eu não estou brincando Zé. Falo muito sério. O sangue raro está vivo, ele não morreu – diz Zora em tom sombrio.

- Como? – pergunta Vô Zé impressionada.

Códigos de Sangue - Capitulo 7

    Códigos de Sangue -  Capitulo 7

CONTINUAÇÃO

- Eu preciso ir – diz Danilo, enquanto sai correndo e sem perceber deixa cair um chaveiro em forma de retrato.

Danilo sai do hospital.

- Doido – diz Guilherme. – Mas ele ainda voltará, pois parece que esqueceu algo pessoal – Guilherme pega o chaveiro no chão
- Muito esquisito esse rapaz. Fique de olho se ele voltar avise a segurança do hospital. Deixa eu trabalhar – diz Luiza.

2ª CENA ( De noite) ( No clube)

Os jogadores correm de um lado para outro aquecendo para o treino da noite.

- Sem moleza rapaziada. Temos jogo chegando pela frente – diz Ricardo enquanto acompanha o ritmo dos meninos. – Está faltando gente aqui. Cadê o Miguel? – pergunta Ricardo irritado.
- O Miguel eu não sei, mas olha quem está vindo lá treinador - diz Sávio apontando para Caio que entra em campo aquecendo.
- Caio meia volta. Pode pegar suas coisas e volte par sua casa – grita Ricardo.
- Mas ...  – Caio tenta argumentar.
-Você está vinte minutos atrasado. Eu não tolero atraso eu meu time – diz Ricardo enfurecido.
- O filhinho do papai vai ficar de castigo – implica Sávio, enquanto faz o abdominal. Caio lhe faz um gesto obsceno com o dedo.
- Vai pra casa filho – diz Ricardo.

3ª CENA ( Noite) ( Lado de fora do hospital)

Felipe dorme dentro do carro. Danilo bate no vidro e o acorda. Felipe abre a porta do carro.

- Cara, você demorou. Cansou de esperar né? Você não vai conseguir assim – diz Felipe.
- Meu anjo você não sabe do que sou capaz. Eu já consegui. Vamos lá para o tal campo do clube de futebol da cidade. Lá eu terei mais respostas – diz Danilo.
- É pra já – diz Felipe acelerando o carro.

4ª CENA ( Noite) ( Mata)

Marcelo e Alfred ficam escondidos atrás dos arbustos. E escutam passos na mata. Marcelo faz sinal para Alfred da a volta e emboscarem o animal. Marcelo pisa sutilmente enquanto Alfred pisa em um graveto que faz barulho. O animal corre. Marcelo e Alfred perseguem o animal. Marcelo atira que pega no animal que cai no chão. Alfred atira um dardo tranquilizante.

- Pegue ele – diz Alfred. Marcelo o olha com rigidez. – Quer dizer .. pegamos o leão da montanha – comemora Alfred.

Uma sombra espia de traz das árvores.

5ª CENA ( Noite) ( Clube )

Os jogadores treinam lançamento e dribles enquanto Ricardo observa o time. Danilo se aproxima de Ricardo e o cumprimenta.

- Olá, boa noite – diz Danilo, enquanto Felipe fotografa.
- Quem é você? – pergunta Ricardo intrigado.
- Eu sou do jornal da vila e gostaria que você respondesse a algumas perguntas, coisa rápida – diz Danilo sendo interrompido por Ricardo.
- Não temos nada pra falar. O jogo será só daqui 15 dias. Saiam daqui – diz Ricardo empurrando-o.
- Por favor, é sobre o jogador de vocês que não venho hoje, ele .. – tenta explicar Danilo.
- O treinador já não mandou você sair daqui – diz Sávio irritado com Danilo.

Felipe fotografa. Sávio dá um soco no nariz de Felipe, que cai no chão. Danilo fica irritado e devolve o soco no rosto de Sávio, que cai desacordado no chão.

6ª CENA ( Na mata) ( Na cabana)
Uma senhora de roupas simples, cabelos brancos, olhos redondos, nariz pontiagudo e de jeito estranho, mistura umas ervas dentro de um pequeno caldeirão e bebe. A senhora sente um fisgada no peito e um ar congelante passar-lhe.


 - Não pode ser. O perigo está de volta. Preciso avisá-los– diz a senhora.