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18 junho, 2014

Códigos de Sangue - Capitulo 6

Códigos de Sangue -  Capitulo 6
CONTINUAÇÃO

Renato fica constrangido com o abraço.

- Eu acho que já agradeceu – diz Bianca.
- Ai me desculpa Renato – diz Danilo envergonhado.
- Não foi nada – diz Renato. – Acho que você até deve começar agora. Tome esse gravador, e essa bolsa que tem tudo que um repórter de rua precisa. Aproveite que houve um assassinato e descubra tudo que queremos saber. Ah, vou ligar para o Filipe te encontrar no hospital, lá você colherá mais informações. Quero nome, profissão, a vida do cara pra ontem. Bom trabalho – diz Renato.
- Muito obrigado. Eu não vou lhe desapontar – diz Danilo saindo às pressas e esquecendo a bolsinha de utensílios. Danilo volta e pega a bolsa.

Danilo sai.

- Eu não sei por que você o contratou. Espero que tenha um bom motivo – diz Bianca.
 - Talvez o fato dele ter evitado que eu fosse preso. Preciso de um banho gelado. Bianca mantenha contato com o Felipe.

2ª CENA ( Tarde) ( No hospital)

- Então você é meu novo colega de trabalho. Não me leve a mal, mas estava torcendo para ser uma loira bem gostosa e peituda – diz Felipe, fotografando-o.
- Ah que legal. Espero que você não leve a mal, mas eu também achei que o tal fotografo era estiloso e bonito. Mas me enganei. Preciso de informações – diz Danilo.
- Você é muito saidinho. O IML não liberou a entrada da imprensa local no hospital. O único local que poderíamos descobrir algo – conta Danilo.
- Ainda bem que ninguém me conhece ainda né? Toma – diz Danilo entregando a bolsa de utensílios e entrando no hospital. – Deseje-me sorte – diz Danilo rindo.

3ª CENA ( Noite) ( Casa de Caio)

Rafaela tira a bermuda de Caio deixando-o só de cueca. Caio lentamente tira a blusa de Rafaela, acariciando suas pernas e peito. Rafaela fica por cima de Caio.

- Rafaela, hoje você tá que tá – diz Caio.
- Eu tô pegando fogo – diz Rafaela, que repara nos pés de Caio uma marca em formato de lua.
- O que é isso Caio? – pergunta Rafaela curiosa.
-  Não é nada demais, é só uma marca de nascença. Deixe isso pra lá – diz Caio a beijando e escutando seu celular tocar.
- Caio não atende, vamos curtir o momento – diz Rafaela mordendo sua orelha.
- É o meu pai. Caramba, tá quase na hora do treino – diz Caio levantando e colocando a calça. Vamos Rafaela, senão meu pai me mata e você fica sem namorado.

4ª CENA ( Noite) ( Hospital)

Danilo fica vigiando a porta do IML e andando de um lado para o outro.

- Eu preciso descobrir quem que foi morreu – diz Danilo
Guilherme sai da sala do IML. Danilo o repreende.

- Moço, por favor, meu pai moço. Ele foi encontrado morto na mata. Cadê meu pai? Quem matou ele, doutor? – diz Danilo fingindo chorar.
- Calma. Infelizmente seu pai foi atacado por algo tipo de animal com presas afiadas. Pode ser que seja um leão da montanha – diz Guilherme com cautela.
- Nãooo – grita Danilo fingindo o choro.

Luíza se aproxima.

- Quem é você? – pergunta Luíza.
- Doutora, ele diz que é filho da vítima – diz Guilherme.
- Mas a vítima era um dos jogadores do clube daqui da cidade. É pelo que vi ele era um pouquinho mais velho que o senhorzinho. Só se ele produziu o senhor com cinco anos de idade – diz Luíza irritada.

- É .. eu ... – Danilo gagueja enquanto fala.                      


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