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18 junho, 2014

Códigos de Sangue - Capitulo 8

        Códigos de Sangue -  Capitulo 8

CONTINUAÇÃO

A senhora guarda o caldeirão perto de uma lareira, que estava apagada. Em seguida, coloca as suas misturas de ervas dentro de uma espécie de armário escondido atrás de várias vassouras penduradas no ar. A senhora abre outro armário pegando um moletom bem velhinho.
- Preciso ir à cidade já volto – diz a senhora, saindo de casa.



2ª CENA ( Noite) ( Clube )

- Ai meu protetor dos jornalistas em apuros. Me salva – diz Danilo abaixando ao lado de Sávio, e escutando sua respiração.
- Seus malucos, olham o que fizeram – diz Ricardo irritado.
- Acorda, vai meu filho acorda – diz Danilo colocando os ouvidos em seu estomago.
- O que esse maluco está fazendo? – pergunta outro jogador impaciente.
Sávio volta a si. E coloca as mãos no nariz que não para de sangrar.
- Ele tá vivo – diz Danilo gritando, percebendo que o restante do time estava ao redor deles.
- Saiam daqui do meu campo. Eu não quero ver vocês nem pintado de ouro por aqui senão eu mandarei os meus meninos chutarem os traseiros fedidos de vocês – grita o técnico Ricardo. - Entenderam ? – conclui.
- Não estou mais aqui. Olha você não está nem me vendo – diz Danilo puxando Felipe pelos braços. – Vamos Felipe – diz Danilo, enquanto puxava Felipe,que gemia de dor.

3ª CENA ( Redação do Jornal)

Bianca passa uma pomada no nariz de Felipe, enquanto Danilo digita a matéria no notebook. Renato entra.

- Boa Noite. Danilo, já estou sabendo de sua aventura. Parabéns, eu sabia que você conseguiria – diz Renato.
- Obrigado  chefinho – diz Danilo, sendo interrompido pelo grito de dor de Felipe, que é ajudado por Bianca.
- Se não fosse por esse aí o Felipe não estaria assim impossibilitado de trabalhar. E agora quem fará as fotos? – pergunta Bianca implicando.
- Ele não teve culpa. E outra Danilo você bate bem preciso aprender com você – diz Felipe.
- Danilo suas malas já terminaram de chegar. Eu passei para lhe dar boas vindas, apresentar o seu quarto e lhe dar os parabéns. Estamos todos felizes com sua chegada. Aqui é nossa redação, ilha de edição, espaço de reunião e também casa de vocês. Qualquer coisa, eu moro em frente. E só atravessar à rua. Ah, você dividirá o quarto com a Bianca – diz Renato.
- O quê? Mas como assim? – pergunta Bianca indignada.
- Se quiser me deixar no quarto com o Felipe sem problemas – diz Danilo.
- Não – responde Bianca e Felipe juntos.
- Então deixa eu ir para o nosso quarto. Estou exausto – diz Danilo saindo da sala;
- Dormir comigo, sai fora chefinho – diz Felipe tampando a almofada em Renato.

4ª CENA ( Limite da estrada) (Noite)

Plínio dirige o carro e Vô Zé fica no carona. Plínio vê uma carroça para na estrada e ao lado uma sombra no meio da estrada fazendo que freasse o carro rapidamente.
- Ufa! Por pouco, quem é o louco – diz Plínio. – Vô, cuidado pode ser um frio – diz Plínio farejando o cheiro da sombra.
- É uma velha amiga – diz Vô Zé.
Plínio abre as janelas do carro. Zora aproxima de Vô Zé.
- Meu velho, quanto tempo – diz Zora.
- Nem parece que somos vizinhos de limite – diz Vô Zé, em tom de descontração.
- Eu sabia que você passaria por aqui. Eu preciso falar com você, é de muita importância tanto para frios, tanto para caninos e até para os normais. – diz Zora.
- Você e suas visões malucas. Zora, o que é tão importante assim? Pare de caduquice – diz Vô Zé rindo.
- Eu não estou brincando Zé. Falo muito sério. O sangue raro está vivo, ele não morreu – diz Zora em tom sombrio.

- Como? – pergunta Vô Zé impressionada.

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