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02 agosto, 2014

O Terceiro Travesseiro

 O Terceiro Travesseiro conta a história de Marcus, um rapaz que aos 16 anos se descobre homossexual ( Confesso, quando peguei o livro não tinha ideia da história) não foi uma descoberta fácil, em plena adolescência uma fase da vida que já não é fácil teve que enfrentar seus medos e anseios da puberdade.
    Marcus se apaixona por um outro rapaz, e junto vem a dúvida, será que o outro irá ou não corresponder aos seus sentimentos, e se for correspondido como agir perante as outras pessoas, como contar aos pais, amigos, familiares. (A narrativa do livro é muito rápida mas é fácil se localizar nos fatos e escolher um lado da história). A narrativa da obra é em 1ª pessoa, Marcus narra todo seu drama, sem pudor, sem trava na língua e com bastante ousadia.  

  O livro é bem sagaz, não é nenhum romance de sessão da tarde, é uma história conturbada, cheia de clímax e principalmente apaixonante. O que me surpreendeu no livro foi ler em um livro palavrões que escuto no dia a dia, mas foi algo que me cativou do inicio ao fim. Espero que um dia produzam uma obra fílmica do livro “ O 3ª travesseiro” acredito que milhares de leitores iriam adorar. Para destacar, não são somente os homossexuais que lêem a obra, muitos heteros também leram a obra de Nelson Luiz de Carvalho. OBS: O final é triste prepara-se para chorar. Já as pitadas de erotismo permeiam por todo o livro, em muitas cenas Marcus detalha intimidades e peculiaridades de relações sexuais, não só por isso mas por todo o enredo O 3ª travesseiro é um exemplo de Literatura Homoerótica. Abaixo, segue alguns trechos do livro, com pitadas de erotismo.




“Fiquei curtindo a música e imaginando como seria estar tomando banho junto com Renato. O barulho da água do chuveiro, a música, o uísque ... a minha imaginação me deixou excitado. ( Pág. 19)

“ Eu fiz com que ele ficasse de bruços. Que bundinha! Comecei então a massageá-la suavemente, para só depois beijá-la de todos os jeitos que o meu tesão pedia”. ( Pág. 20)


“ Viajei legal quando ele, ainda me beijando, enfiou a sua mão por dentro do meu agasalho e começou a me bater uma punheta”. ( Pág. 67).

“ Você gozou e apagou, cara. Depois disso tirei sua camisa para não amassar e, nus, dormimos abraçados. ( Pág.185)


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