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05 junho, 2015

GENTE COMO A GENTE com Fernanda Cunha


Entrevistada: Fernanda Cunha  

    "Fê, ( para os mais chegados) é uma menina encantadora e muito versátil, além de ser amante da gramática - na qual tanto se deleita, também curte uma boa festa ao som de um sertanejo. Também adora gatos, e vive postando fotos de seus babys. Hoje descobriremos o que tem por trás dessas madeixas loiras".

Por que Letras? Sempre tive apreço pela Língua Portuguesa. O estudo dela sempre me encantou, principalmente o estudo da gramática. Este segmento é o meu preferido. Mas hoje escolheria Letras também pela literatura. Ela é fascinante e ao mesmo tempo perturbadora, veio para desordenar mesmo e é isso que tem feito comigo e eu não tenho reclamado.

Ler, ou escrever? Ler e escrever. Gosto desses dois igualmente, pra ler é preciso escrever também, afinal, quando leio faço muitas anotações e elas me orientam. Mas não me arrisco na literatura, sou medrosa.  Para meus textos, prefiro a objetividade e a transparência de ideias já embaraçosas.

O que te inspira? O que me inspira são as situações evidentes, porém preocupantes. Aquelas que nos dá vontade de embaralhar pra mudar mesmo. E é claro que o belo também nos enche de inspiração.

Poema, Crônica ou Best Seller? Por quê?
Destes, poema e crônica são os que mais estimo. Leio também os best sellers, mas a admiração por eles não é tanta se comparada a dos outros dois gêneros. Estes são brilhantes e me fazem imaginar mais.

 Um (a) personagem marcante: Sempre vou me lembrar do menino Hans-Thomas, do livro “O dia do Curinga”, literatura norueguesa, do autor Jostein Gaarder. Esse personagem é deslumbrante pela sua inteligência e vontade de aprender o que quase ninguém se pergunta. “Pois quando a gente entende que não entende alguma coisa é que a gente está prestes a entender tudo [...]” (GAARDER, 1996, p.211)



Música preferida: Não dá pra escolher apenas uma, não é mesmo? Posso destacar “Terra roxa” e “Ipê florido”, ambas de Tião Carreiro e “Lampião de gás” nas vozes de Inezita Barroso e Agnaldo Timóteo. Essas músicas, como tantas outras desses grandes cantores sempre fizeram parte de minha vida e sempre farão.


Autor preferido:  É verdade que ele me atormenta, e muito, mas o mais querido é, sem dúvida, Machado de Assis, ele me faz voltar, ler de novo e me perguntar como é possível ser tão brilhante na forma como trata as palavras e as ideias.

Livro preferido: “Anjos e demônios”, de Dan Brown, é excelente e um dos meus preferidos, é best seller, mas é daqueles bons mesmo. Marcou-me significativamente. Fiquei surpreendida não apenas com a história sobre ciência x igreja católica. O livro é riquíssimo e traz grandes detalhes sobre Roma, a cidade do Vaticano, obras, documentos e monumentos de artistas consagrados, um verdadeiro livro de estudo. Além da grandiosa história, quem lê, passa a conhecer grandes detalhes da história da arte.

Para você: Literatura é ...  De maneira bastante direta, como gosto de escrever: A mais pura inteligência em um majestoso vocabulário.

  No momento estou lendo ...  “Solte os cachorros” ( esquerda) , de Adélia Prado, porque a autora é espetacular. Estou maravilhada, ela é surpreendente e, de fato, “solta os cachorros” de forma única. 


 Abraçeijos. 

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