Menu Fixo

Menu-cat

31 julho, 2015

SORTEIO EM CONJUNTO

Boa tarde, Entrelinhas & Afins!

                               pink-1


Hoje, o blog Proseando com uma Bibliophile está completando um ano! Parabéns ao blog, nossas sinceras felicitações, desejamos muito sucesso! 

E junto a isso, nós do ELEA, em parceria com a página e outros blogueiros, criamos um sorteio em conjunto que irá sortear a vocês alguns agradinhos! Fiquem atentos as regras e boa sorte a todos! 
  • O sorteio se encerra dia 31 de agosto de 2015;
  • Curtir a página dos Blogs e/ou da Editora;
  • A desobediência de qualquer regra obrigatória acarretará à desclassificação;
  • Ter endereço de entrega em território nacional;
  • Temos até 30 dias úteis para enviar o prêmio;
  • Perfis fakes/promocionais não serão aceitos. Caso constatado, o ganhador será desclassificado;
  • Não nos responsabilizamos por danos ou extravios por parte dos correios, nem por um segundo envio em caso de devolução por erro nos dados informados ou entrega sem sucesso;
  • Após o sorteio, o ganhador será comunicado por e-mail e terá até 48hrs para responder com os dados, caso contrário será feito um novo sorteio;
  • Caso o ganhador seja sorteado com uma entrada extra que não tenha sido cumprida, este será desclassificado e será feito novo sorteio;
  • A opção “tweet about the giveaway/ tweet uma mensagem” é renovada a cada 24 horas, ou seja, todo dia que você tweetar e preencher essa entrada, seu nome será adicionado mais vezes.
  • Como vocês vão perceber, não haverá entradas para curtir a página ou seguir o instagram do blog Proseando com uma Bibliophile. Isso é porque o blog será desativado 30 dias após o termino da promoção.
  • Qualquer dúvida é só deixar nos comentários.
kit1
Blog LiterataEntrelinhas e AfinsBrooke Bells
kit2
Livros da JessSeguindo o Coelho BrancoPassaporte Literário
kit3
Re.ViewLeitura ContadaGuardiã de Bibliotecas

                                            kit4
kit5 

                                              kit6


Então é isso, participem e fiquem ligados a nossas postagens!
Um beijo e boa sorte!
Equipe Entrelinhas e Afins

29 julho, 2015

SEMANA LITERATURA BRASILEIRA NO ELEA - Dom Casmurro ( Machado de Assis)

A primeira dica do nosso especial “SEMANA LITERATURA BRASILEIRA NO “ELEA” é a obra clássica Dom Casmurro, do ilustre Machado de Assis, não tem como falar de clássicos brasileiros sem lembrar-se de Joaquim Maria Machado de Assis, quer dizer Machado de Assis.


A obra foi publicada no fim do século XIX, época de grandes transformações sociais e políticas como o fim do Império, Dom Casmurro, é o título devido a personalidade nada amigável de nosso protagonista Bento Santiago, o mesmo que narra a história e nos revela tudo à sua maneira. A maior parte do clássico fala da infância de Bentinho, em um dos momentos Bentinho vai para o seminário por conta de uma promessa que sua mãe, Dona Glória, fizera após seu primogênito falecer. Aliás, no convento que o rapaz conhece seu melhor amigo, Escobar. Porém, a mãe de Bentinho,  consulta o bispo e acaba cedendo a sua promessa, pensando em outra forma de cumprir sua tarefa. Vale lembrar que ele já era completamente apaixonado por Capitu. 


A narrativa continua com o nascimento de Capitolina, filha de Escobar e Sancha, enquanto Bentinho e Capitu não conseguem ter filhos. Algum tempo depois, uma tragédia acontece: Escobar morre afogado. Daí inicia-se uma série de desconfianças, pois Bento repara o modo de Capitu olhar o corpo de Escobar no velório, com isso o mesmo começa a perceber semelhanças entre seu falecido amigo, e seu filho Ezequiel.


Vale lembrar que antes dos dois se casarem Bento já demonstrava sinais de ciúmes como no trecho “quando vi que os homens não se fartavam de olhar para eles, de os buscar, quase de os pedir, e que roçavam por eles as mangas pretas, fiquei vexado e aborrecido”.
Após o velório, a história desencarreta inúmeros momentos de questionamentos sobre a moral de Capitu e se ele era mesmo o pai de Ezequiel, num momento tenso Bento chega a oferecer café envenenado para seu filho, mas acaba recuando e diz ao menino que não é seu pai. O mais intrigante da narrativa é que grande parte dos sentimentos eram transmitidos por meio do olhar de Capitu – olhos  de ressaca e de cigana oblíqua.


Esse lance de traição é o que menos importa, o que mais vale se atentar o jogo de palavras e situações que contornam a história. A obra Dom Casmurro, situa-se no período literário do Realismo, também a narrativa machadiana é marcada por reflexões profundas que marcam o estilo deste escritor.
Outro dica muito bacana é pra quem gosta de novela e afins, no ano de 2008, a Rede Globo estreou a minissérie de 5 capítulos, intitulada “Capitu”, baseada no clássico machadiano, no elenco tinha Maria Fernanda Cândido, Letícia Persiles, César Cardadeiro e grande elenco.


Este ano também postamos uma RESENHA CRÍTICA – do livro “Ciumento de Carteirinha”, do escritor Moacyr Scliar, que faz uma espécie de releitura do clássico – você pode conferir aqui.  

Abraceijos, amanhã tem mais clássicos !!! 

24 julho, 2015

Uma amizade sincera...

  O blog Entrelinhas e Afins está em comemoração nesta semana ao dia do amigo, e nada melhor que contemplar um lindo  e intrínseco conto de Clarice Lispector, intitulado de “Uma amizade sincera”. O que seria uma amizade sincera na contemporaneidade?
     A literatura nos proporciona um olhar mais vagaroso sobre o que somos e o que representamos. Nesta narrativa de Lispector há, portanto uma reflexão interna, que gera inquietação e permite ao leitor ir além das superfícies de leitura.
       Este conto tem duas características fundamentais: a originalidade do estilo e a profundidade psicológica no enfoque de temas aparentemente banais. A linha condutora é a estória de uma amizade que vai se desgastando com o tempo e a convivência acentuada. Através da consciência do narrador, é revelada ao leitor uma dimensão humana profunda e poética, de forma simples.
        A narrativa, cheia de digressões (que fazem lembrar o estilo machadiano), vai além da descrição realista de um cotidiano inexpressivo, questiona os valores universais do ser humano. Seu estilo caracteriza-se pela ausência de retórica (discursos eloquentes) e sem melodramas (impactos emocionais), o interior das personagens vai aparecendo e sensibilizando (é o que chamamos de epifânia).

Portanto, confira abaixo o conto :

“Uma amizade sincera”     - Clarice Lispector



   "Não é que fôssemos amigos de longa data. Conhecemo-nos apenas no último ano da escola. Desde esse momento estávamos juntos a qualquer hora. Há tanto tempo precisávamos de uma amigo que nada havia que não confiássemos um ao outro. Chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nos ti­vés­se­mos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exal­tação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto. Só que o assunto havia de ser grave, pois em qualquer um não caberia a veemência de uma sinceridade pela primeira vez experimentada.
    Já nesse tempo apareceram os primeiros sinais de perturbação entre nós. Às vezes um telefonava, encontrávamo-nos, e nada tínhamos a nos dizer. Éramos muito jovens e não sabía­mos ficar calados. De início, quando começou a faltar assunto, tentamos comentar as pessoas. Mas bem sabíamos que já estávamos adulterando o núcleo da amizade. Tentar falar sobre nossas mútuas namoradas também estava fora de cogitação, pois um homem não falava de seu amores. Experimentávamos ficar calados - mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separar­mos.
    Minha solidão, na volta de tais encontros, era grande e árida. Cheguei a ler livros apenas para poder falar deles. Mas uma amizade sincera queria a sinceridade mais pura. À procura desta, eu começava a me sentir vazio. Nossos encontros eram cada vez mais decepcionantes. Minha sincera pobreza revelava-se aos poucos. Também ele, eu sabia, chegara ao impasse de si mesmo.
    Foi quando, tendo minha família se mudado para São Paulo, e ele morando sozinho, pois sua família era do Piauí, foi quando o convidei a morar em nosso apartamento, que ficara sob a minha guarda. Que rebuliço de alma. Radiantes, arrumávamos nossos livros e discos, pre­pa­rá­va­mos um ambiente perfeito para a amizade. Depois de tudo pronto - eis-nos dentro de casa, de braços abanando, mudos, cheios apenas de amizade.
   Queríamos tanto salvar o outro. Amizade é matéria de salvação.
Mas todos os problemas já tinham sido tocados, todas as possibilidades estudadas. Tínhamos apenas essa coisa que havíamos procurado sedentos até então e enfim encontrado: uma amizade sincera.     Único modo, sabíamos, e com que amargor sabíamos, de sair da solidão que um espírito tem no corpo.
   Mas como se nos revelava sintética a amizade. Como se quiséssemos espalhar em longo discurso um truísmo que uma palavra esgotaria. Nossa amizade era tão insolúvel como a soma de dois números: inútil querer desenvolver para mais de um momento a certeza de que dois e três são cinco.
Tentamos organizar algumas farras no apartamento, mas não só os vizinhos reclamaram como não adiantou.
   Se ao menos pudéssemos prestar favores um ao outro. Mas nem havia oportunidade, nem acreditávamos em provas de uma amizade que delas não precisava. O mais que podíamos fazer era o que fazíamos: saber que éramos amigos. O que não bastava para encher os dias, sobretudo as longas férias.
    Data dessas férias o começo da verdadeira aflição.
    Ele, a quem eu nada podia dar senão minha sinceridade, ele passou a ser uma acusação de minha pobreza. Além do mais, a solidão de um ao lado do outro, ouvindo música ou lendo, era muito maior do que quando estávamos sozinhos. E, mais que maior, incômoda. Não havia paz. Indo depois cada um para seu quarto, com alívio nem nos olhávamos.
    É verdade que houve uma pausa no curso das coisas, uma trégua que nos deu mais esperanças do que em realidade caberia. Foi quando meu amigo teve uma pequena questão com a Prefeitura. Não é que fosse grave, mas nós a tornamos para melhor usá-la. Porque então já tínhamos caído na facilidade de prestar favores. Andei entusiasmado pelos escritórios de co­nhe­ci­dos de minha família, arranjando pistolões para meu amigo. E quando começou a fase de selar papéis, corri por toda a cidade - posso dizer em consciência que não houve firma que se reconhecesse sem ser através de minha mão.
      Nessa época encontrávamo-nos de noite em casa, exaustos e animados: contávamos as façanhas do dia, planejávamos os ataques seguintes. Não aprofundávamos muito o que estava sucedendo, bastava que tudo isso tivesse o cunho da amizade. Pensei compreender por que os noivos se presenteiam, por que o marido faz questão de dar conforto à esposa, e esta prepara-lhe afanada o alimento, por que a mãe exagera nos cuidados ao filho. Foi, aliás, nesse período que, com algum sacrifício, dei um pequeno broche de ouro àquela que é hoje minha mulher. Só muito depois eu ia compreender que estar também é dar.
     Encerrada a questão com a Prefeitura - seja dito de passagem, com vitória nossa - continuamos um ao lado do outro, sem encontrar aquela palavra que cederia a alma. Cederia a alma? mas afinal de contas quem queria ceder a alma? Ora essa.
   Afinal o que queríamos? Nada. Estávamos fatigados, desiludidos.
   A pretexto de férias com minha família, separamo-nos. Aliás ele também ia ao Piauí. Um aperto de mão comovido foi o nosso adeus no aeroporto. Sabíamos que não nos veríamos mais, senão por acaso. Mais que isso: que não queríamos nos rever. E sabíamos também que éramos amigos. Amigos sinceros."



Até mais, 

Lorraine Dobrovosk

21 julho, 2015

Amigos (Vinícius de Moraes)



Ainda em comemoração ao dia do amigo, queria deixar para vocês um lindo texto de Vinícius de Moraes sobre a amizade.

                       
                                           Amigos (Vinícius de Moraes)
            


Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. 
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. 
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! 
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...
 A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. 
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
 Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. 
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. 
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
 E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
 Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo!
 Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. 
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
 Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer... 
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos! 
A gente não faz amigos, reconhece-os!

Abraços,


              Loyane Marchesini 

20 julho, 2015

Top 4 “ELEA” – Filmes sobre Amizade


A Equipe “ELEA” separou alguns filmes que falam sobre amizade para comemorar esta data tão especial. Feliz Dia do Amigo para todos <3 

01 - Crossroads – Amigas para Sempre (2002)

            Filme tipicamente de Sessão da Tarde, “Amigas para Sempre” é tipo CLÁS-SI-CO filme de amizade para reunir as amigas, no filme Lucy, interpretada pela Britney Spears, resolve fugir de casa e cair na estrada para conhecer sua mãe, e acaba pegando carona com as maluquinhas, Kit e Mimi que também querem deixar o passado para trás e seguir em busca de seus sonhos no carro do bonitão, charmoso, e misterioso, Bem, que embarca com as meninas numa deliciosa aventura sobre na estrada. O legal do filme é que as meninas são amigas de infância e acabam retomando a amizade por conta dos problemas enfrentados. Perfeito não é ? Vale lembrar que todas as meninas/ amigas na época queriam fazer a tal "capsula do tempo" - que as meninas fazem no filme. Além de ter algumas cenas de romance, bastante gargalhadas e também um pouco de drama por ninguém é de ferro. 



02 - Quatro Amigas e um Jeans Viajante (2005)
            O filme é sobre as quatro amigas Carmen, Tibby, Bridget, e Lena que pela primeira vez durante um verão irão se separar acontece que  Lena está passando o verão em Greecewith com seus avós; Tibby fica trabalhando na cidade mesmo; Bridget vai para um campo de futebol no México; e Carmen vai visitar seu pai na Carolina do Sul, porém antes da viagem as amigas descobrem um jeans que veste perfeitamente nas quatro ( OBS: AS QUATRO TEM CORPOS DIFERENTES) e daí elas resolvem compartilhar a calça como uma forma reforçar a amizade. Junto com a calça as adolescentes entram em várias confusões e têm que resolver grandes problemas, por conta disso o filme é muito fofoooo. Já em 2008, foi lançada a continuação do filme.
( Só achamos o LINK da sequência do filme)



03 – Abismo do Medo (2005)
            Saindo um pouco da linha Fofura, Meninas e Cia, vamos para uma indicação de suspense. Abismo do Medo conta a história de Sara, que acaba de perder o marido e a filha num acidente, e um grupo de amigas que se encontram depois de um tempo e resolvem explorar uma caverna, até aí tudo bem. Porém, o grupo fica preso no subsolo no qual há criaturas horripilantes devoradoras de sangue que acabam encurralando-as e tornando a saída perigosa. O filme é instigante, assustador e questiona o valor das alianças e amizades.



04 - As vantagens de ser Invisível (2012)
O filme conta a história do nosso queridinho Charlie, interpretado por Logan Lerman, ator da saga “Percy Jackson” e suas aventuras com os irmãos Patrick e Sam que acabam socializando o protagonista com a galera da escola. O filme é sensível, bonito e cheio de falas bem amarradas. É interessante notar o desenrolar do protagonista que aos poucos vai conquistando mais amigos e deixando a depressão de lado, assim como os filmes anteriores o valor da amizade é tema do filme. Vale lembrar que temos nossa diva Emma Watson, em seu primeiro personagem após a despedida da saga Harry Potter.



13 julho, 2015

“Tava pensando” : José de Alencar x Além do tempo

Nesse planeta louco chamado “terra” nada é por acaso, ou até é mesmo e a gente não sabe. O que eu estava pensando ( na verdade, pensei ?!) foi na analogia entre as cenas das novela da seis da Rede Globo, “Além do Tempo” e a obra literária do clássico autor romancista José de Alencar , “O gaúcho”.


Deixa eu explicar melhor: Além do Tempo, escrita por Elisabeth Jhin,  é a nova novela das seis, que estreou no lugar de Sete Vidas, a obra de época tem como cenário o sul do Brasil.     Na verdade a produção da novela gravou nas cidades de Garibaldi, e São José dos Ausentes devido as construções coloniais, assim acentuaram melhor o cotidiano dos moradores de Campobello, a cidade fictícia da trama.


Ao final do primeiro capítulo, o mocinho Felipe , interpretado por Rafael Cardoso, que retorna ao Sul do Brasil, tenta salvar a mocinha Lívia, interpretada por Alinne Moraes,  de um acidente à cavalo, por conta da cena o cenários/ beleza do local aparece na tela e revela uma paisagem exótica e paradisíaca de um Sul encantador.




Com isso lembrei da obra, “O gaúcho”, de José de Alencar, que nos apresenta a história de Manuel Canho que tenta vingar a morte de seu pai nas terras dos pampas gaúchos, como no trecho do inicio da obra “ Ao pôr do sol perde o pampa os toques ardentes da luz meridional. As grandes sombras desdobram-se lentamente pelo campo fora. É então que assenta perfeitamente na imensa planície o nome castelhano. A savana figura realmente um vasto lençol desfraldado por sobre a terra e velando a virgem natureza americana”.




Para quem não conhece a obra de José de Alencar, abaixo está à foto de uma das capas de “O gaúcho”, é uma ótima dica de leitura. E para quem é fã de novela como eu, aprecie as cenas belíssimas da novela Além do Tempo. 


Confiram o  vídeo com cenas da novela:


GENTE COMO A GENTE com Marina Bianchini






Fera em gramática, e fã da saga “Instrumentos Mortais”, Marina mescla Literatura com seu estilo musical preferido – o sertanejo. Moradora de Iconha, Bianchini também é confundida com a cantora Paula Fernandes, conhecida por amigos de faculdade como Marina Fernandes, hoje o GENTE COMO A GENTE é dela.





Por que Letras/ Língua Portuguesa? Desde a infância as letras me atraem. Poder ler e escrever era/é descobrir, conhecer e criar novos mundos, novas realidades. Sempre foi notável meu fascínio pelas letras, e também minha paixão pela gramática. Muitos diziam que eu deveria ser professora de língua portuguesa, e confesso que isso me instigou a escolher tal curso: meu encanto pelas letras e motivação de amigos, familiares e professores pela escolha de tal curso. Posso dizer que as letras sempre estiveram ao meu lado, e hoje percebo que fiz a escolha certa, estou cursando algo que realmente me identifico e que me surpreende a cada dia mais.

Ler ou escrever? Para mim, ler e escrever. Admiro igualmente a leitura e a escrita. Ler é conhecer o que as mãos não tocam, mas o que a mente imagina. Ler é descobrir, imaginar, é um potencial catártico. Escrever é criar, inovar, é criamos um mundo de ideias distintas dentro de nossa própria mente. Leio mais do que escrevo, mas se fosse para optar entre um e outro, confesso, não saberia, afinal, ambos me atraem.

O que te inspira? Minha inspiração está na beleza. Não na beleza física, mas naquela beleza de dentro. Aquela que nos aprecia e encanta. As muitas formas de amor e amar partem de nosso interior. E ah, o amor... Se não o mais, um dos mais belos de nossos sentimentos, que se manifesta mediante a nossa beleza interior.

Poema, crônica ou best seller? Por quê? Entre poema, crônica ou best seller, poema e crônica me atraem mais, por despertar em mim a catarse, embora haja um misto de gêneros em minhas leituras. O poema e a crônica trazem uma carga sentimental e catártica inexplicável, a literatura nos propõem essas sensações boas. Quanto aos bests sellers leio também, e alguns até despertam minha vontade em lê-los.

Um (a) personagem marcante: Vários. Em todos os livros que já li encontro algum personagem, cujo me identifico e torna-se marcante. Atualmente, Clary e Jace, personagens da série “Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare.

Música/cantor preferido (a): Difícil apontar apenas um/uma. Gosto de tudo um pouco, mas minha paixão mesmo é por Sertanejo e Forró.




Autores preferidos: Vários. Machado de Assis, José de Alencar... E muitos outros.




Livro preferido: Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare. Este é o primeiro livro da série “Instrumentos Mortais”, composta por cinco livros: Cidade dos Ossos, Cidade das Cinzas, Cidade de Vidro, Cidade dos Anjos Caídos e Cidade das Almas Perdidas. Sou apaixonada por este livro e pela série. Atualmente estou lendo o segundo livro desta: Cidade das Cinzas. E cada vez mais me apaixono por esta série.




Para você Literatura é... Tudo. Tudo o que precisamos para nos encantarmos. Literatura é a arte de despertar em nós as sensações mais esplêndidas.

O que pretende ler nas férias? Pretendo dar continuidade à leitura da série “Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare.


Abraceijos, EQUIPE “ELEA” 

12 julho, 2015

GENTE COMO A GENTE com Letícia Xavier

Animada, divertida, festeira e fã de sertanejo, Letícia Xavier mistura essas qualidades com seus gostos culturais e literários. A estudante de Letras também tem um bordão bem conhecido “que brisa”, que já está na boca do povo.









Por que Letras?
Escrever sempre foi minha paixão, me identificava com as Letras desde pequena. Havia outros planos de estudos, mas por ironia do destino, acabei escolhendo as Letras, e hoje vejo que valeu e vale a pena a escolha do curso. 

( Foto de Maio/2015 - Aniversário do Prof Fábio - 5ª período LETRAS) 

Ler ou escrever?
Sem dúvidas escrever! Sempre gostei e procuro me aprimorar na escrita. As ideias sempre fluem bem.


O que te inspira?
O simples! Inclusive os simples gestos de bondade das pessoas umas com as outras, isso me inspira muito no escrever e no pensar. A simplicidade é uma das maiores virtudes do ser humano!

Poema, crônica ou best seller? Por quê?
Os poemas me encantam, são os gêneros que mais gosto de ler. Por que vejo que muita das vezes são versos curtos, mas que resumem, por exemplo, uma história de amor vivida por nós. Poemas me fazem refletir e também servem como inspiração na escrita.

Um (a) personagem marcante:
Macabéia, de "A hora da estrela", Clarice Lispector.

Música preferida:
Não tenho uma única música definida como preferida, e sim aquelas que me identifico, como João de Barro de Renato Vianna , algumas eletrônicas e sertanejos também são muito bem vindos.

Autores preferidos:
 Como autor: Nosso grande Machado de Assis, o amante das Letras, e autora, sem dúvidas, Clarice Lispector, que apesar de sua escrita um pouco embaraçosa, me encanta em cada palavra!

Livro preferido:
"A hora da estrela", de Clarice Lispector, pois foi um dos mais belos trabalhos apresentados no ensino médio que emocionou toda a turma, e isso me marcou muito, além de ser da maravilhosa Clarice!



Para você Literatura é...  A arte mais bela que existe para expressar os mais diversos sentimentos! Além de ser belíssima e a parte da língua portuguesa pela qual sou apaixonada!

No momento estou lendo... "Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres", de Clarice Lispector, nas horas vagas, e "Memórias de Emília", de Monteiro Lobato!


Obs: Entrevista feita em 05 de Junho


Abraceijos, EQUIPE “ELEA” 

09 julho, 2015

Dia de Compras do "ELEA"

Olá, eleanáticoooos !!!

 Hoje nossa equipe aproveitou o início das férias para fazer algumas comprinhas para nós, e é claro para vocês, que acompanham nossas postagens e curtem nosso trabalho. Compramos algumas obras para futuros sorteios, e em especial “"RESIDENT EVIL: RETRIBUIÇÃO" para o SORTEIO RELÂMPAGO DE FÉRIAS, que será realizado no dia 18 de Julho. 
Também encontramos a fofa "Milena Machado", da cidade de Alegre, em uma compra rotineira e a entrevistamos para o "ELEA". Milena que levara o livro “Cidades de Papel”, do autor John Green (aliás, o filme estreia esta semana) nos contou que gosta e Literatura estrangeira, e também é fã de Harry Potter e tem por preferência Literatura Fantástica.


O vídeo foi gravado na Loja Americanas, do Shopping Sul, aqui em Cachoeiro de Itapemirim, que em nossa localidade é a melhor opção de livros acessíveis e “de boa qualidade”.

Abraceijos 

08 julho, 2015

Anota aí: Simplesmente Acontece

O filme é uma comédia romântica “cult”, ao mesmo tempo que divertida é também sutil e sensível. A história é sobre os dois melhores amigos de infância, a doce e atrapalhada, Rosie, interpretada pela atriz Lily Collins, e o seu fiel escudeiro, Alex, interpretado pelo bonitão, Sam Claflin, depois que Alex vai estudar fora, Rosie tenta esconder de seu melhor amigo (quase amizade colorida) que havia tido uma filha. 

A narrativa possui diversas sequências de cenas rápidas, o que não arrasta a narrativa e dinamiza o filme. Os diálogos também são interessantes, visto que a obra fílmica tem como temática: “os lances da vida e do coração”. O casal protagonista é extremamente fofo, e os atores parecem se encaixarem em perfeita sintonia.


Aaaaaaaaaaaaah, a trilha sonora é muito lindaaaaa, ou seja, “perfect”, com músicas de artistas como "Crazy in Love", da Byoncé,  "Littlest Things", da diva Lily Allen, e até da extinta banda brasileira ( na qual eu era extremamente fã) a Rouge, com a música “Ragatanga”, porém numa versão espanhola.


Uma das cenas mais divertidas é a que a protagonista sai à rua algemada na barra da cama, outra bem divertida é a do elevador ( logo no início) na qual Rosie conversa com Alex por celular e revela que a camisinha tinha ficado presa dentro dela, o  que provoca os risos é o fata de nossa protagonista está acompanhada no elevador.


Simplesmente Acontece é um romance leve, gostoso e divertido. O filme traz por meio da relação dos protagonistas uma universalidade para com o público, sendo que a maioria das pessoas já tiveram uma amizade colorida. 

Anota aí: Pânico na Floresta 6

Pânico na Floresta 6 (2014)/ Wrong Turn é mais um filme de horror da sequência dos monstrinhos comedores de gente - dessa vez a trama acontece na cidade de West Virginia, quando o protagonista  Danny, interpretado pelo ator Anthony Ilott, descobre uma herança repentina e junto com seus amigos resolve conhecer a casa de herança. Na verdade, a herança é nada mais que um resort abandonado, além de imenso, com piscina de águas quentes revela os mistérios de passagens secretas.


            Se tratando da franquia de terror, o filme atual foi melhor que o anterior - Pânico na Floresta 5 , que não convenceu no quesito maquiagem, quer dizer não convenceu em nada. O interessante do sexto filme é que dessa vez os “monstrinhos canibais” estão amigáveis com um casal de jovens que possuem planos obscuros, tendo assim mais vilões do que os filmes do início - agora além das vitimas terem que se preocupar com os canibais, correm perigo também com os humanos.



            A fotografia do filme é boa, porém o roteiro é fraco e não traz nenhuma novidade. É claro que estamos falando de uma temática fixa, mas é preciso arranjar formas diferentes de se contar a história. Vale lembrar-se das cenas de sexo EXPLICÍTO várias vezes em quadros, sem necessidade alguma - já que não havia gancho com a história.


            Que o próximo filme da franquia seja melhor, pois sou muito fã da tipologia do filme. Aliás, o sexto filme teve como diretor Valeri Milev, que substituiu o diretor dos filmes anteriores, Pânico da Floresta mesmo tendo muitos erros, consegue entreter o publico com flechadas, machadadas, e principalmente aquelas risadinhas irritantes dos canibais.