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30 julho, 2016

GENTE COMO A GENTE com a blogueira, Mariane Coelho

A estudante Mariane Coelho de 17 anos,  abriu seu coração de blogueira e nos contou um pouco de suas intimidades, desde o começo do seu blog até os seus sonhos mais altos. A também youtuber interagiu muito bem com nossas perguntas e se destacou pelas fotos maravilhosas saídas de capas de revistas, rs.  
LEIAAAM!

1 – Como surgiu a ideia de criar um blog?

  Bom... Não é algo tão novo, mas que deu muitas voltas HAHAH! Começou lá em 2010 quando eu estava em uma fase da minha vida em que tudo virava poesia, e eu escrevia bastante, então criei um blog para divulgar essas poesias e textos. Começou a ser bem divulgado e eu acabei tirando do blog esses posts devido não ser registrado, então eu não tinha direitos autorais. Eu até cheguei a comprar uma câmera pequena, coloquei na cabeça que queria ser Youtuber também, porque eu assistia tutoriais de make e achava um máximo, mas não era meu tempo ainda de ser. Então, em 2014 reacendeu essa chama de amor em querer compartilhar as coisas que eu vivo, e foi aí que reformei o blog e criei o meu canal.



2 - Quanto tempo de criação tem o blog “Mariane Coelho”? E qual a temática dele?

    Dia 5 de junho meu blog completou 2 anos! Sei que é o certo um blog ter um tema específico para facilitar o leitor, mas quando me perguntam sobre o que ele fala eu tenho que explicar. Costumo dizer que ele é sobre a minha vida, a vida de uma menina cheia de sonhos e que busca realizá-los. Não me privo, gosto de fazer bate-papos sobre diversos temas, colocar reflexões, dicas de beleza (maquiagem e cabelo), Looks que fotografo dando dicas de moda e tudo o que acontece de legal na minha vida que acho viável compartilhar!

3 - Você sempre gostou de escrever? Em um dos seus vídeos você comentou que é estagiária num banco. Como concilia o ato de “blogar” com o seu trabalho?

Comecei a escrever em 2010, quando fiz uma poesia na escola sobre minha cidade Cachoeiro de Itapemirim. Foi meu primeiro contato, e devo confessar que só fiz porque valia nota (quem nunca?!) HAHAH. Na verdade era um concurso de poesias e eu ganhei em primeiro lugar da escola, e isso foi um impulso que tive para começar a escrever. Tive várias oportunidades depois e ganhei outras coisas, mas seria um assunto longo (que tal uma outra oportunidade para contar experiências?!).


Respondendo a segunda pergunta, eu cheguei até a comentar nesse mesmo vídeo que faço esse estágio porque precisava comprar meus equipamentos (Graças a Deus consegui comprar o que precisava). Sei que o cansaço da rotina faz com que eu não consiga ficar tão frequente no blog como gostaria, pois ainda estudo e faço cursos, mas sei que no final isso me trará retorno. Meu estágio acaba em agosto, terei muito mais tempo para me dedicar ao blog depois e penso em recompensar meus leitores pelo tempo que não estive tão presente.

4 – Como é sua rotina de postagens? Segue um calendário ou posta aleatoriamente?

R: Eu seguia um calendário, mas minha rotina mudou muito com essas ocupações citadas na pergunta anterior e por enquanto acabo não seguindo calendário. Voltarei em breve com frequência HAHAH!

5 – Nós sabemos que a entrevista com o músico participante do reality show “The Voice” bombou. Conte-nos mais como foi essa entrevista e a repercussão dela. Você já o conhecia?

R: Posso dizer que foi uma das melhores experiências que já vivi dentro do Blog. Foi um momento maravilhoso e eu aprendi muito com isso. O Eduardo é uma pessoa excelente, com um coração gigante e até hoje temos contato. Eu não o conhecia antes de entrar no The Voice Brasil (isso porque nós dois moramos uns 5 minutos de distância um do outro - rsrs), conheci pelo jornal e fiquei muito feliz em vê-lo representando e vivendo um sonho, embora não o conhecesse antes, fiquei feliz assim mesmo. A repercussão foi sensacional, eu sou muito grata por ter vivido esse momento!

6 – A maioria de seus posts é falando de maquiagem, estilo e moda feminina. Apesar dessas temáticas, você acredita que também possua um público masculino?

R: Eu adorei essa pergunta porque ontem mesmo voltando da escola fui surpreendida. Percebi que um menino estava acelerando o passo para me acompanhar, mas pensei que fosse coisa da minha cabeça, e quando ele chegou do meu lado falou: “Ei Mari!”. Eu o cumprimentei e ele logo me perguntou se eu era “A Youtuber”, disse logo em seguida que era inscrito no meu canal e que me seguia.


Ele parecia estar um pouco nervoso ao falar, e eu agradeci efalei que foi um prazer em conhecê-lo e ele atravessou a rua. Essa história já é a resposta HAHAH! Sim, vários meninos já vieram me falar que acompanham o blog e o canal, e até pedem posts com Looks masculinos, mas preciso desenvolver melhor essa ideia HAHAH!

7 – Qual a sua relação com a fotografia?

R: Eu sou a louca das fotos HAHAH! Amo tirar foto... Dos lugares, das paisagens, das pessoas e por aí vai. Amo modelar para as câmeras também! HAHAH!


8 – Conhece outros blogueiros aqui em Cachoeiro e Região?

R: Sim sim, tenho amigas blogueiras que trocamos várias experiências desse meio!

9 -  Você acredita que aqui no Espírito Santo tem como ganhar dinheiro sendo blogueiro? 

R: Sim, acredito que tenha como sim. Mas por experiência própria percebo que algumas empresas ainda têm a mente um pouco fechada para esse meio de divulgação. Então, tem que correr atrás!

10 – Qual seu maior objetivo como blogueira?

R: Meu maior objetivo como blogueira é poder compartilhar minhas experiências com Deus para a maior quantidade de pessoas possíveis. Quero que todos o conheçam e sejam amigos dEle. Quero mostrar que é Ele que me permite e ajuda realizar meus sonhos, que abre e fecha as portas quando precisa. É só isso que quero, o restante que vier é lucro! HAHAH!



Recadinho da Mari:

“Obrigada pela oportunidade. Me senti muito honrada em poder responder essas maravilhosas perguntas e contar um pouquinho da minha vida de blogueira. Espero que meus exemplos de persistência influenciem seus leitores a nunca desistir dos sonhos! Obrigada! ”.

Beijos da Mari!

www.marianecoelho.com

25 julho, 2016

Resenhas do Abou: Os meninos da rua Paulo, de Ferenc Molnár

Olá, queridos leitores do ELEA. Como vão vocês? Hoje é o dia da penúltima resenha desse quadro tão querido por vocês, leitores, por mim e também pela Equipe ELEA, que me recebeu tão bem com esse desafio. Seguindo a ordem, hoje é dia de falar de livro e o escolhido de hoje é um clássico do húngaro Ferenc Molnár, ‘‘Os meninos da rua Paulo’’.
‘‘Os meninos da rua Paulo’’ é um livro do escritor húngaro Ferenc Molnár e a edição que eu li foi da Editora Cosac Naify, com 262 páginas, e traduzido por Paulo Rónai. Li esse livro há uns três anos e decidi reler para fazer essa resenha, pois é um livro que nos faz pensar bastante e nos leva ao mundo da infância, da inocência e das brincadeiras. Não conhecia o trabalho do autor e li o livro pela primeira vez na escola, porém ele me encantou de uma forma absurda. A trama é um sucesso na Hungria e existe até uma estátua em Budapeste, com uma das cenas do livro.


A história se passa em Budapeste, na Hungria, na década de 1880, e fala, basicamente, de dois grupos rivais de crianças: os meninos da rua Paulo, que brincam nessa rua, e os meninos do Jardim Botânico, os camisas vermelhas, que não possuem um lugar para brincar. Os da Rua Paulo são crianças muito ativas, brincam de bolinha de gude, de ‘‘pela’’, porém têm seu espaço ameaçado pelos do Jardim Botânico, que declaram ‘‘guerra’’ aos outros pela conquista do terreno, chamado de grund. Em ambos os grupos, um fator que impressiona é a organização. Há uma hierarquia entre eles, como se fosse um exército real.
No grupo da Rua Paulo, entre os principais personagens estão João Boka, o general, um menino mais velho, mas muito compreensivo e cuidadoso com os demais; Geréb, um menino bom, que chega a trair o grupo, mas se arrepende; e Nemecsek, o mais fraco e menor, que obedece a todos os outros. Esses meninos fundam também a Sociedade do Betume. A maioria dos personagens é formada por crianças, com pouquíssimos adultos, deixando a trama com um tom ainda mais belo, leve e poético.
O enredo desenrola-se principalmente após a declaração de guerra entre os camisas vermelhas e os meninos da rua Paulo. Eles criam estratégias e levam bastante a sério essa guerra. São disciplinados e têm a honra de um exército de verdade. Esses meninos constroem um mundo paralelo, com suas vontades, sonhos, lutas, e missões.
Embora pareça um livro infantil, ‘‘Os meninos da rua Paulo’’ é uma trama complexa, não uma simples disputa entre meninos. O livro é para todas as idades, desde jovens até adultos e idosos, que têm a possibilidade de retornar ao passado e relembrar da infância e da juventude, tempos que não voltarão, mas as memórias permanecerão. Um aspecto que é muito especial no livro é como ele detalha tudo muito bem. Ferenc Molnár tem uma narrativa que deixa o leitor muito próximo dos personagens e da trama, como se nós estivéssemos dentro da história. Isso se deve à riqueza dos detalhes e ao enredo forte, atraente ao leitor.
Apesar de ter sido escrito há alguns anos, o romance tem uma linguagem simples, sem muitas palavras antigas, com uma boa tradução, que também mantém algumas palavras como pela (o jogo dos meninos, semelhante ao jogo de tênis) e grund (o terreno), o que também deixa a história realista e bem viva.
O livro retrata os valores individuais de cada um dos meninos, fazendo analogias incríveis com o mundo adulto, o que nos emociona de uma forma difícil de expressar. O tom minucioso e sutil com o qual o autor descreve cada frase, em cada capítulo, torna a trama ainda mais suave, daquelas que você tem vontade de ficar só admirando.


Não posso deixar de comentar sobre a edição que li. Achei muito boa a tradução do Paulo Rónai, porém o prefácio, feito pelo tradutor, é uma decepção para quem o lê na ordem na qual se encontra. Ele dá muitos spoilers do livro, antes mesmo de lermos a história, o que desanima bastante o leitor. Esse prefácio poderia ser retirado ou colocado como um item extra após o posfácio. A capa dessa edição é muito bonita, uma pintura que expressa bem a trama, mostrando as crianças felizes, brincando.
O livro descreve cenários simples, até pobres, mas que com a criatividade daquelas crianças eram verdadeiros campos de guerra e de brincadeiras para sempre, sem tempo, sem nada. Uma mensagem muito bela do livro é mostrar que existem no mundo muitas crianças que lutam por um espaço de liberdade, sem medos, em um mundo só delas, paralelo. Isso faz parte de todos nós. Nós lutamos, constantemente, pela nossa liberdade, por sermos livres de nós mesmos. O livro em si me fez lembrar de um filme muito conhecido de quem acompanha a Sessão da Tarde: ‘‘O pequeno Nicolau’”, no qual crianças também se reúnem em um grupo paralelo.
O final do livro é um dos momentos mais emocionantes. Um desfecho triste, mas que ainda assim levanta todos os valores mostrados no livro, principalmente, a lealdade e o carinho.
Muito mais do que um livro sobre crianças, ‘‘Os meninos da rua Paulo’’ é uma lição de vida, que nos ensina valores como paixão pelo que faz, companheirismo, perdão, honra, gratidão, RESPEITO, caráter, devoção, coragem, LEALDADE e AMIZADE. Conseguimos nos identificar com as crianças, com as brincadeiras delas e do jeito simples, humilde e ingênuo, de algumas delas, de ser e de viver.

Por fim, gostaria de ressaltar que ‘‘Os meninos da rua Paulo’’ é um livro EXCELENTE, daqueles que todos deveriam ler. Todos mesmo, desde crianças até adultos. Essa história fala sobre meninos que tinham que ser meninos, embora brincassem de serem homens, sérios, soldados, generais, e capitães. Enfim, recomendo de coração que todos leiam e se emocionem com esse livro que é um dos melhores que já li.

  Vitor Abou é dono da Coluna Semanal " Resenhas do Abou", na qual toda semana o autor/ escritor posta um texto crítico, seja fílmico ou literário. Abou ganhou  o direito de postar,semanalmente, no "ELEA", por ter vencido com glória, a 2ª edição, do reality " O Roteirista", realizado em 2015.

21 julho, 2016

Resenhas do Abou: A incrível história de Adaline (filme)

Olá, galerinha do “Entrelinhas e Afins”. Tudo bom com vocês? Comigo está tudo ótimo, em mais um dia de resenha, e hoje, de filme. O filme a ser resenhado é do ano passado, 2015, e assisti no último fim de semana, no aplicativo, mais querido de todos, Netflix. ‘‘A incrível história de Adaline’’ é o filme de hoje e consegue impressionar pelo seu tom poético e extremamente delicado.


O filme se inicia com um tom misterioso, sem dar muitos detalhes sobre Adaline (Blake Lively), mas em poucos minutos, já é possível conhecer a história dela. Na trama, Adaline sofre um acidente de carro e, devido a fatores científicos e biológicos explicados na trama, ela nunca mais envelhece fisicamente, ou seja, os anos vão passando e ela continua com a mesma aparência de 29 anos de idade. A princípio, nunca envelhecer pode ser uma imensa vantagem, mas não é assim que Adaline enxerga. Com o passar dos anos, ela vai vendo entes e amigos queridos morrerem, além das diversas perguntas sobre sua idade, como quando ela é vista ao lado da filha e quando ela é parada por um policial, que obviamente não acredita em sua verdadeira idade.



Por esses motivos, Adaline Bowman decide se isolar das pessoas por várias décadas, com o objetivo de evitar o ‘‘vazamento’’ de seu segredo. Porém, um dia ela conhece um jovem rapaz, Ellis Jones (Michiel Huisman), e decide que é o momento certo de acabar com essa maldição que recebeu. Assim, Adaline, uma mulher segura, tem a missão de tentar consertar o que aconteceu com ela no passado, mesmo que não tenha ocorrido por sua vontade.
O realismo fantástico presente no roteiro do longa, embora pareça muito absurdo e desconexo com a trama, ajuda bastante a explicar o drama da protagonista. Realmente, não é tão fácil buscar uma ideia de explicar como uma pessoa parou de envelhecer, por isso, considero a inclusão da fantasia muito positiva, visto que também não aconteceram exageros em relação a tal. Até é feita uma brincadeira dentro do filme com a falta de realidade da explicação sobre a idade de Adaline. É dito, pelo narrador, que essa teoria ‘‘será descoberta em 2035’’.


Outro recurso utilizado no filme que também geralmente é alvo de críticas é a presença de um narrador. Há quem diga que o narrador só está presente quando as tramas não conseguem se sustentar. Discordo plenamente dessa frase e ‘‘A incrível história de Adaline’’ está aqui para nos provar, pois é uma história forte e com um narrador que tem muito a acrescentar, com sarcasmos e explicações científicas também, como o evento que deixou Adaline jovem para sempre.
Um dos aspectos que começa a impressionar o espectador desde o primeiro minuto de filme é a beleza da fotografia e dos cenários. Ambientes claros, sofisticados e elegantes sem ser necessária muita coisa extra. Sem muitos exageros e com uma imagem, digamos que ‘‘limpa’’, há poucos efeitos especiais, exceto o do acidente de Adaline, apesar desse recurso ser bastante explorado em filmes com realismo fantástico.


Minutos de filme vão se passando e chega o momento em que Ellis e Adaline se conhecem. A lindíssima moça apaixona-se à primeira vista por Ellis, um filantropo que vive doando seu dinheiro. Essa paixão à primeira vista também levou algumas pessoas a compararem a trama com as de Nicholas Sparks, nas quais são comuns paixões repentinas. Um fato curioso é que, mesmo utilizando esse clichê, o filme apresenta os encontros do casal em um túnel sujo. Em um momento do longa, Ellis oferece flores à amada e entrega livros com nomes de flores, não flores em si.
Comentar sobre os cenários do filme é uma tarefa bem simples, visto que não há como colocar defeito. Tanto nos ambientes claros, como nos escuros a perfeição é praticamente atingida, com uma fotografia impressionante, priorizando, junto do roteiro, mostrar as emoções e sentidos dos personagens centrais. Os figurinos também estão totalmente conectados aos personagens e a realidade deles. Visto que a maioria é composta de ricos e brancos, roupas mais elegantes são bastante frequentes ao longo da história. A direção de Lee Toland Krieger é muito positiva, ao combinar todos os elementos certos de sucesso em filmes de romance, apesar de explorar certos clichês mais que ultrapassados.


Agora vem a hora do elenco! Blake Lively, como Adaline, impressiona quem, assim como eu, não conhecia bem o trabalho da atriz. Como uma mulher tranquila que já viveu décadas, Blake compõe uma personagem misteriosa, ao olhar dos demais, e, ao mesmo tempo, confiante, certa de que não tem nada a perder.
Com uma história forte como essa, outras atrizes poderiam viver uma personagem mais irritada com sua situação, amargurada, mas Blake escolhe por mostrar uma mulher determinada, confiante, mas, com tudo que lhe ocorre, fugitiva de si mesma. Harrison Ford consegue ir bem com William Jones, um senhor apaixonado que reencontra o amor de sua juventude. Ellen Burstyn, a já idosa Flemming, também consegue seu destaque como a filha de Adaline, mostrando que, a idade e aparência física não mudaram muito a relação entre mãe e filha.


Da mesma forma, não posso deixar de citar Michiel Huisman, que não tem uma atuação de destaque, prejudicado por um personagem extremamente bobo. Não há, no filme, muitas informações sobre Ellis, papel de Michiel. Embora seja um dos protagonistas, a abordagem sobre a vida dele é muito superficial.


O final do filme, mesmo que simples, consegue resumir bem a trama, fechando-a de maneira brilhante, sem deixar furos e incoerências, com uma das últimas cenas, a de Adaline no espelho, que consegue tirar um sorriso do espectador que torcia pelo envelhecimento da personagem.

Por fim, ‘‘A incrível história de Adaline’’ consegue emocionar seus espectadores com uma trama simples e, acima de tudo, de tom HUMANO, discreto. Muitos dizem que a trama é previsível, algo que não discordo, mas é um romance que tem um resultado extremamente delicado e positivo.


    Vitor Abou é dono da Coluna Semanal " Resenhas do Abou", na qual toda semana o autor/ escritor posta um texto crítico, seja fílmico ou literário. Abou ganhou  o direito de postar,semanalmente, no "ELEA", por ter vencido com glória, a 2ª edição, do reality " O Roteirista", realizado em 2015.

20 julho, 2016

Melhores Amigos dos Desenhos Animados


      Olá eleanáticos!!  Hoje é um dia maravilhoso, comemora-se o Dia do Amigo e Dia Universal da Amizade. O que seria de nossas vidas sem nossas amizades, os amigos fazem de nossos dias mais coloridos.  Cada amigo com seu jeitinho particular de ser contribui para a nossa felicidade. E nas telinhas não seria diferente, por isso vamos falar um pouco daqueles amigos dos desenhos animados, que fizeram e fazem parte da infância de muita gente, não só da infância, já que não existe idade para ver animação!! 

                                                             

Scooby-Doo e Salsicha


        Afinal, quem não queria ter uma amizade louca e verdadeira como a desse dois?! Essa dupla faz sucesso há muito tempo, sempre se metendo em confusões, um ajudando o outro nas atrapalhadas aventuras. Além de compartilharem de dois sentimentos diariamente que são o medo e a fome, o que fortalece a amizade.



Bob Esponja e Patrick
       A melhor amizade de todo o oceano é a deles. A esponja e a estrela do mar são inseparáveis. Patrick com seu jeito todo atrapalhado e descuidado e Bob Esponja com sua alegria e animação, juntos se divertem e encaram qualquer problema. São prova de que uma amizade pode ser para sempre!



Fred e Barney

        Amigos lá da idade da Pedra. Vizinhos e amigos que juntos já viveram incríveis histórias juntamente com suas esposas, Vilma e Beth, que também são amigas. Fred sempre está metido em confusões, mas seu melhor amigo Barney sempre estará por perto para ajudá-lo.




Timão e Pumba


        Vindo diretamente do Rei Leão, essa dupla de amigos comedores de insetos fez muito sucesso. O suricato e o javali mostram como dois seres totalmente diferentes podem ser amigos. Eles se divertem em meio as confusões e muita Hakuna Matata!!



Cebolinha e Cascão

      Esses dois carregam uma bela amizade, Cascão sempre apoiando os planos de Cebolinha, apesar de saber que não darão certo e Cebolinha sempre com o amigo mesmo com seu cheirinho nada agradável. Sempre enfrentando as bravezas da Mônica e até na hora da surra estão juntos.





Charlie Brown e Snoop

      Um menino cheio de preocupações e seu amigo cão com quem compartilha tudo. Charlie Brown é a prova em que o cachorro pode sim ser o melhor amigo do homem. Hoje em dia muita gente tem um cão como companheiro fiel.



Ash e Pikachu
       Uma amizade que surge desde o primeiro encontro entre os dois, a partir daí não se separam mais. Ash e Pikachu representam aquelas amizades fofas e que encantam, um sempre defendendo o outro.




          Essa foi nossa pequena lista de melhores amigos no mundo dos desenhos, para mostrar que a amizade está em todo lugar. Vale acrescentar mais personagens, quais são os seus prediletos?!







Abraço grande e um feliz dia do amigo!





19 julho, 2016

GENTE COMO A GENTE com May Simer

May Simer está no “GENTE COMO A GENTE” de hoje, pois administra o blog pessoalBlog da May, que leva seu lindo nome. E junto com a maravilhosa Ju Rebonato, administra o “Opa, Desencalhei!

May tem 23 anos, também é de  Cachoeiro de Itapemirim,teimosa e falante May sempre dá suas opiniões em assuntos polêmicos. Ah, May também é noiva – e faz questão de falar do amor pelo seu noivo. Nessa entrevista a querida May fala mais sobre sua vida de blogueira.  


1 – Como surgiu a ideia de criar um blog? Quantos anos tem o blog?
Eu sempre gostei de postar um conteúdo cômico no Facebook, algumas dicas e, às vezes, o "na minha opinião" que é quando eu escrevo algo dizendo realmente a minha opinião do assunto do momento ou alguma coisa que eu vejo que eu quero comentar. O blog tem mais de 2 meses. 

2 – Você sempre gostou de escrever?
 Sim, claro! Antes de ter o blog eu sempre esboçava ideias ou pensamentos aleatórios, algumas vezes postava no Facebook e outras não. 

3 – Como é sua rotina de postagens? Segue um calendário ou posta aleatoriamente?
 Posto aleatoriamente. Sempre que surge uma ideia nova.


4 – Sabemos como é difícil administrar um blog, então você comanda o Blog da May sozinha? Ou tem ajuda de convidados especiais?
            Comando sozinha, layout, quem posta ou não, o que postar, esses comandos são comigo, mas já fiz algumas parcerias e o objetivo é ter muitos posts de convidados!

 5– O seu blog “Blog da May” é intitulado pelo seu nome, mas além de dar seus pitacos, quais são os temas mais frequentes que são abordados no seu blog? Há colunistas especiais?
            Na verdade, posto o que vem na cabeça, ainda não fiz uma escala, mas o blog tem abertura pra todo tipo de assunto, desde maquiagem até maquinas sobre rodas. A proposta é falar sobre tudo e mais um pouco, rsrs.

                                                      ( post do Pudim que não vai ao forno) 

6– Como é o “feed back” dos seus leitores com você? Por acaso alguém já parou na rua ou no serviço e falou que leu sua matéria? Como você lida com os comentários das pessoas?
Sim, com menos de 2 meses de blog, já me chamaram pessoalmente de “May blogueirinha”. Achei o máximo e entendi que meu propósito está dando certo, que as pessoas estão acessando e lendo todos os posts. Já recebi muitos comentários que eles amaram os meus posts.


7 – Qual o seu objetivo como blogueira? E o que o Blog representa na sua vida?

 Expor para as pessoas o que eu penso a respeito de determinados assuntos. Espero que a cada dia mais e mais pessoas possam entrar no blog e se sentirem “em casa”, além de mencionar suas opiniões, sejam elas a favor ou até mesmo contra (um debate é sempre bom!). Acredito que o blog é uma alternativa de escape de pensamentos e uma maneira de mostrar o meu ponto de vista pro mundo.

17 julho, 2016

Entrelinhas e Likes- Final!


Olá, ELEA!

Hoje (com alguns dias de atraso...) vamos anunciar o ganhador do nosso reality de Youtuber’s! O intuito do quadro foi propor desafios e pesquisas diferenciadas para os participantes, e é claro, divulgar tanto o nosso canal quanto o deles.
O “Entrelinhas e Likes” teve três temáticas para as provas: Livros, cultura capixaba e pop. Os participantes seguiram regras determinadas por nós, organizadores, para a postagem do vídeo. Tivemos também a ajuda dos jurados Marilia Britto e Renan Nunes que deram sua opinião sobre os vídeos dos youtuber’s. Nós queríamos agradecer o empenho de cada um que topou participar de mais uma aventura proposta por nós, gratidão!
E está na hora de conhecer o grande vencedor, ou melhor, vencedora: Déborah, do canal “Débora Gaspari”! Parabéns, você provou que sabe enfrentar desafios e usar a criatividade muito bem!


No “Entrelinhas e Likes”, Deborah foi destaque na semana 2 e foi para a final junto com o Dan. Se ficou curioso para conhecer os participantes, clique aqui! Ano que vem teremos mais um quadro que proporcionará interação entre blogueiros/vlogueiros, fique ligado nas novidades no nosso blog!

Não deixe de nos acompanhar em nossas redes sociais (FacebookInstagram, Snap(@entrelinhasea) e Twitter) e ficar por dentro de nossas atualizações!


Até mais!

13 julho, 2016

Resenhas do Abou: Minha última duquesa, de Daisy Goodwin


Olá, pessoal do Entrelinhas e Afins! O livro da resenha de hoje eu li, há alguns anos atrás, e me surpreendi, já que não conhecia o trabalho da autora, nem tinha lido livros nesse estilo. ‘Minha Última Duquesa’’ é um romance histórico, passado no século XIX, na época de algumas famílias muito poderosas. O romance, da Editora Fundamento, se desenrola em quase 380 páginas, que passam bem rapidamente.


                                                            ( foto: Gisely Fernandes )   
                        
O livro conta sobre a família Cash, uma das mais ricas dos Estados Unidos do final do século XIX. Porém, essa riqueza não era hereditária, visto que eles eram de origem humilde e tal riqueza foi conquistada pelo trabalho. O romance fala mais especificamente de Cora, a única filha dos Cash. Pela sua beleza, ela encanta vários jovens solteiros, o que desperta o interesse de seus pais, principalmente se esses rapazes forem ricos, pois, assim, a família seria aceita de vez na sociedade. Pressionada por sua mãe, Cora quer se casar rapidamente e com Teddy Van Der Leyden, menos rico do que ela, porém de berço de ouro, algo que não agrada os pais de Teddy, já que Cora não é ‘‘rica de família’’.
Desta forma, Cora vai morar em Londres, onde poderia encontrar um nobre que agradasse sua mãe. Cora então se envolve com o misterioso Duque de Wareham, dono de várias terras da região, entretanto, muito cavalheiro e educado com ela, como no trecho abaixo, da página 89:

‘ Srta. Cash, aceito o desafio. Cavalgarei com você e prometo não empacar o seu ritmo, por mais temerário que for. Se quebrarmos os nossos pescoços, pelo menos quebraremos juntos!’’

Inesperadamente, Cora também aceita o pedido de casamento dele, e já começa a brotar um amor verdadeiro, porém todo o preconceito da sociedade da época começa a incomodar Cora, sentindo-se isolada, além de alguns momentos em que Ivo não a trata tão bem. As influências da mãe de Ivo, a Lady Fanny, a Dupla Duquesa, que aparece pela primeira vez no capítulo 9 (página 96), também acabam trazendo dores de cabeça para a jovem senhorita Cash. Uma personagem que ajuda bastante Cora é Bertha, sua criada, que contribui com fofocas e brincadeiras.



Ao longo do livro inteiro, Cora mostra-se uma mocinha muito mimada, principalmente, por causa das influências e pressões de seus pais. Mesmo retratando uma sociedade tão antiga, o romance encaixa-se bem nos dias atuais, pois muitas pessoas se casam por interesse e/ou por status social.Um ponto que gostaria de destacar nesse momento sobre ‘‘Minha última duquesa’’ é a riqueza de detalhes e descrições, algo que, pessoalmente, gosto bastante e que colabora para um melhor entendimento do que está sendo apresentado pela autora Daisy Goodwin. Selecionei um fragmento que mostra bem sobre esses detalhes, da página 96:

‘‘O rígido colarinho do chefe da estação enterrava-se em sua nuca. Era novo e estava cheio de goma, por isso o homem só conseguia mexer a cabeça virando o corpo inteiro. Tentou pôr o dedo entre o pano duro e sua pele, mas a pressão só fez o colarinho ficar ainda mais parecido com um garrote. ’’

Tais detalhes ajudam também ao leitor a imaginar e compreender melhor os costumes londrinos e, no início do livro, estadunidenses do século XIX. Gosto de comentar sobre cenários e roupas, e dessa vez é bastante válido e possível, devido às várias descrições sobre tais elementos. Os cenários são incríveis. Todo o clima do Hemisfério Norte e suas características encantam, assim como as roupas dos personagens. Todo o glamour e poder era também demonstrado por meio das vestimentas, e o livro retrata isso muito bem.
O final do livro, particularmente, achei bom. Ele foi bem construído e não teria muito como fugir do que foi apresentado ali por Daisy Goodwin. Infelizmente, esse romance tem alguns erros que não posso deixar passar. Percebi alguns erros de ortografia e revisão durante a leitura, algo que atrapalha bastante e deve ser muitíssimo evitado em editoras maiores, como é o caso da Fundamento.



Outra situação que percebi foi que o livro não abordou com um bom foco as relações amorosas, principalmente, a do casal protagonista. Parecia mais um livro de história, criticando a sociedade americana e inglesa. Nesse aspecto, acho que a autora errou feio, tornando a leitura maçante, cansativa, e com alguns trechos que pareciam muito mais uma forma de ‘‘encher linguiça’’, como dizemos na linguagem popular. Apesar de ter esses erros, a narrativa tem uma boa construção.

O que mais me espantou no livro foi que ele tinha todos os elementos para ser um grande sucesso de amor, como ‘‘A culpa é das estrelas’’ e os livros de Nicholas Sparks, como ‘‘A última música’’. Todavia, a forma como a história foi conduzida não agradou uma boa parte dos leitores e leitoras, que consideraram a trama como cansativa e prolixa. Por fim, concluo que o livro, seguindo a vertente ficção histórica, sem muito romance, vai muito bem, porém, por ter sido promovido como de romance, decepcionou muitos. Logo, recomendo para quem se interessa por tramas históricas com um POUCO de romance, apenas. 

Vitor Abou é dono da Coluna Semanal " Resenhas do Abou", na qual todas às Segundas, o autor/ escritor posta um texto crítico, seja fílmico ou literário. Abou ganhou  o direito de postar,semanalmente, no "ELEA", por ter vencido com glória, a 2ª edição, do reality " O Roteirista", realizado em 2015.

10 julho, 2016

GENTE COMO A GENTE com Lívia Corbellari, do “Livros por Lívia”


A jornalista, Lívia Corbellari, criadora do “Livros por Lívia” abre um pouco de sua intimidade no "Gente como a Gente", de hoje.  A baiana, que mora aqui no Espírito Santo desde os 6 anos,  além de administrar o blog, trabalha com assessoria para novos escritores. Ah, nossa parceira já foi editora de cultura no jornal online Século Diário, e eventualmente, cria alguns bombásticos eventos literários ( que eu, confesso) sou louco para ir. A freelancer é também apaixonada por gatos!

Vamos degustar Lívia? 



1 – Como surgiu a ideia de criar um blog?
Eu comecei o blog em março de 2013 e agora ele está fazendo 3 anos. No começo era só um portfólio no qual eu publicava as minhas melhores resenhas, na época eu trabalhava no jornal Seculo Diário e o jornal recebia muitos livros, eu lia alguns e fazia as resenhas. Depois o meu volume de leitura foi crescendo e eu fui fazendo resenhas especificas para o blog focando mais na literatura produzida no Espírito Santo. O blog foi crescendo e hoje se tornou um portal no qual publico, além das resenhas, entrevistas e matérias sobre a literatura contemporânea.
Eu gosto de escrever sobre o que leio porque é uma forma de eu entender melhor o livro e de fixar aquela história em mim. Eu só resenho os livros que eu gosto e que de alguma forma me marcam e escrevendo sobre eles eu acabo me sentindo mais próxima dessas histórias, porque sempre que vou escrever um texto eu pesquiso algo sobre o autor e sobre os livros anteriores dele.




2 - Você sempre gostou de escrever?
Eu comecei a me interessar mais por literatura na adolescência, quando passei a ler mais e tentar escrever alguns poemas. Então veio a época do vestibular e acabei ficando em dúvida entre Letras e Jornalismo, optei por jornalismo e me especializei na área cultural. Foi na época da faculdade que entrei em contato de fato com a literatura e conheci novos escritores, inclusive escritores capixabas.


3  – Você sempre esteve nesse meio “litérário”?
Eu entrei nesse “meio literário” quando comecei a trabalhar com jornalismo cultural e sempre tinha que entrevistar algum artista ou produtor cultural. Foi nessa época que comecei a frequentar eventos literários e também produzir meus próprios eventos como a Cachaçada Literária, que já esta na sua 3 edição.

4 – Como é sua rotina de postagens? Segue um calendário ou posta aleatoriamente?
Neste ano eu comecei a seguir um cronograma e tentar manter o blog de forma mais profissional. Acredito que a periodicidade nas postagens é muito importante para manter o leitor fiel e um trabalho forte nas redes sociais é essencial também para conquistar novos públicos.



5 – Atualmente, você trabalha com assessoria para autores. Em sua opinião, como eles ( os autores) enxergam nós, blogueiros literários?
Em primeiro lugar eu acho a literatura produzida aqui de ótima qualidade e que contempla diversos estilos e gêneros. Outra coisa que me motivou a priorizar a literatura local foi que eu notei, como jornalista cultural, que havia pouco retorno aos autores, que às vezes lançavam um livros e não sabiam o que as pessoas realmente tinham achado da obra. Eu comecei a escrever para dar esse retorno aos escritores.
Então, sempre fui bem recebida quando ia entrevistá-lo e acredito que eles nos vêem como um parceiro mesmo. Cada vez os cadernos de cultura dentro dos jornais vêm diminuindo ou acabando, então resta aos blogs para divulgar os artistas locais.




6 - Aqui, em Cachoeiro ( nossa terra) as editoras e livrarias são muito fechadas para parceria de livros. Você acredita que Vitória é mais fácil de conseguir essas tais parcerias? Ou você acha que ainda é muito difícil conseguir apoio de tais estabelecimentos?
Acho que em qualquer lugar é difícil conseguir apoio das livrarias, a não ser que você tenha muita grana, por que os acordos são sempre muito injustos e o escritor acaba ficando com uma porcentagem muito pequena da venda das obras. As livrarias vivem ainda em um outro sistema e não entende que o mundo vem mudando. Acho que acabe aos escritores e aos demais artistas procurarem alternativas, procurar parcerias com estabelecimentos como cafés, sebos, ou produzir eventos que de fato afetem o público. Um exemplo é o Literatura à Quilo, uma parceria entre as editoras Cousa e Pedregulho que vendia livros na feira.

7 – Você acredita que aqui no Espírito Santo tem como ganhar dinheiro sendo blogueiro?
Acho que a literatura produzida no Espírito Santo sofre da mesma forma que outras artes daqui, como teatro, música, artes plásticas, cinema... Há de tudo sendo feito, e com muita qualidade, porém esses produtos acabam circulando sempre no mesmo meio de pessoas e não chega ao grande público e também ficam limitados ao nosso estado. Acredito que os blogueiros se incluam nesse meio e as coisas ainda estão caminhando muito lentamente. De verdade não sei o que falta para começarmos a enxergar e a valorizar a nossa arte.



8 -  O que o “Livros por Lívia “ representa em sua vida?
O “Livros por Livia” começou como um hobbie, sempre foi muito divertido eu me comprometer a escrever sobre os livros que me marcaram de alguma forma. Ainda faço as resenhas e as entrevistas para o blog para minha própria realização, mas ultimamente gostaria que o Livros por Livia fosse o meu trabalho e que me gerasse uma renda. Por isso estou profissionalizando o blog para que se transforme em um portal literário e também investindo nas redes sócias para que meu conteúdo possa cada vez alcançar um público maior. Outra coisa que também estou fazendo é assessoria para escritores e para outras pessoas e projetos ligados a áreas culturais. Acredito que essa é a única forma de eu trabalhar com o que eu gosto.