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09 maio, 2018

Sobre pessoas tóxicas.


Na efemeridade do século XXI, vivemos rodeados por todo tipo de gente. Às vezes, gente que ajuda a gente, mas, na maioria das vezes, gente que quer puxar nosso tapete e nos ver sempre por baixo da roda-gigante da vida.
Em uma busca eterna pelo ter, nos deparamos, a todo momento, com pessoas dispostas a qualquer coisa para conquistarem seus objetivos. Objetivos estes que são direcionados por indivíduos que nem conhecemos, mas nos dizem o que temos que fazer e aceitamos sem oscilar. Somos escravos das telas luminosas, ficamos ligados a elas deixando escurecer nossa luz própria.
É aí que entram nossas amarras psicológicas, somos cativos de certos seres que nos insistem em dizer que precisamos dela para sobreviver. É como se fossemos zumbis e que precisamos permanecer naquele estado que não há saída. Simplesmente aceitamos sem refutar.
Pessoas que nos prendem e enlaçam de forma sentimental transformam nossa vida no caos da dependência e jogam nosso sentimento em uma máquina de lavar e, no final, saímos amassados e lavados da nossa essência.
Contudo, recomeçar é sempre uma opção. O ser humano é capaz de se ressignificar. Se conseguimos chegar no ponto de reconhecer nossas amarras, já somos capazes de criar estratégias de nos livrarmos das teias dos parasitas. Mudanças são sempre dolorosas, mas necessárias para o bem-estar. Resiliência é sempre um bom começo.
Nathália Dias 

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